Namibe: Independência Nacional maior ganho do povo angolano

Rui Falcao - Governador provincial do Namibe (Foto: Frederico Herculano)
Rui Falcao - Governador provincial do Namibe (Foto: Frederico Herculano)
Rui Falcao – Governador provincial do Namibe (Foto: Frederico Herculano)

O governador provincial do Namibe, Rui Falcão, disse sábado, nesta cidade, que um dos bens maiores que Angola conquistou foi a independência nacional, a liberdade e a democracia.

Rui Falcão fez esta afirmação quando dirigia uma palestra subordinada ao tema “ Segurança Pública como factor de desenvolvimento nacional”, aos efectivos da Polícia Nacional.

Na sua explanação, o governador fez uma abordagem da trajectória colonial até a conquista da independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975, passados 500 anos de colonização.

Esta colonização, segundo Rui Falcão, martirizou o povo angolano do ponto de vista físico, psicológico, mas fundamentalmente cultural, lembrando aos presentes a maneira de como eram deportados os angolanos para os continentes americano, asiático e europeu.

“ É importante que cada angolano saiba em que condições nós atingimos a nossa independência nacional, para que a história desta luta seja bem passada às futuras gerações, sem ser deturpada”, disse.

Disse ser neste quadro da independência nacional, da liberdade e democracia que todos os compatriotas e angolanos devem analisar a segurança pública.

Acrescentou ainda que a segurança pública deve ser identificada de formas a que cada cidadão possa manifestar os seus direitos, exercer os seus deveres e perceber, em primeira instância, que o seu dever é comum a todos.

“ Não há democracia sem órgão de justiça e de preservação dos bens públicos e privados, ou seja, não há democrática sem regras e sem direito”, acrescentou.

Fez lembrar o direito à manifestação pública, mas com a obrigação de comunicar-se aos órgãos competente da administração do Estado, por que se não o fizer é violação a lei desrespeitar a democracia e o direito de terceiros.

Sobre os bens públicos, o governante aconselhou os efectivos da Polícia Nacional a redobrar esforços no sentido de protege-los, para que os malfeitores não os destruam, pois custaram muitos valores aos cofres do Estado.

No final, apelou ainda aos agentes da Polícia Nacional a serem os primeiros exemplos na sociedade a respeitarem o seu próximo. “As nossas forças da ordem têm o dever pedagógico de ensinar condutas positivas aos nossos cidadãos”, afirmou. (portalangop.co.ao)

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