Lunda Sul: Catoca vai continuar a contribuir na diversificação da economia nacional

SERGEY AMELIN - DG DA SOCIEDADE MINEIRA DE CATOCA (Foto: Cedida a Angop)
 SERGEY AMELIN - DG DA SOCIEDADE MINEIRA DE CATOCA (Foto: Cedida a Angop)

SERGEY AMELIN – DG DA SOCIEDADE MINEIRA DE CATOCA (Foto: Cedida a Angop)

A Sociedade Mineira de Catoca continua empenhada em melhorar os níveis de produção de diamantes, com vista a contribuir e participar directamente na diversificação da economia nacional, garantiu hoje, quinta-feira, em Saurimo (Lunda Sul), o seu director geral, Sargei Amelin.

Em declarações à Angop, a propósito dos novos desafios da empresa diamantífera, Sargei Amelin avançou que a Sociedade Mineira de Catoca prevê facturar, este ano, cerca de 630 milhões de dólares, atingindo um resultado líquido de 140 milhões de dólares.

Acrescentou que os custos operacionais da empresa estão orçados em cerca de 365 milhões de dólares, menos 35 milhões em comparação com o ano de 2014.

Informou que em 2014, a empresa facturou cerca de 600 milhões de dólares e teve custos operacionais na ordem dos 400 milhões.

Anunciou que os trabalhos para a exploração da nova chaminé kimberlítica, denominada Kat 42, tiveram já início com a recolha de amostras para se definir a quantidade de diamantes da reserva descoberta por Catoca.

Esclareceu ainda que apesar das dificuldades financeiras que o país está a viver, a Sociedade Mineira de Catoca não vai reduzir os programas sociais em curso e em carteira.

Catoca é uma empresa de prospecção, exploração, recuperação e comercialização de diamantes surgida por iniciativa do Governo de Angola, com vista a desenvolver o primeiro kimberlito nacional.

A mina tem um diâmetro de aproximadamente um quilómetro, uma área de 64 hectares e uma profundidade de 166 metros. (portalangop.co.ao)

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