Liderança religiosa moçambicana recusa celebrar casamentos forçados

Estudo da Unicef sobre casamento infantil menciona Guiné-Bissau e Moçambique (Unicef/van der Velden)
Estudo da Unicef sobre casamento infantil menciona Guiné-Bissau e Moçambique (Unicef/van der Velden)
Estudo da Unicef sobre casamento infantil menciona Guiné-Bissau e Moçambique
(Unicef/van der Velden)

O Conselho das Religiões em Moçambique pediu aos padres das diferentes congregações religiosas para não realizar casamentos de menores para travar a onda de matrimónios forçados.

O Conselho Nacional das Religiões pediu aos padres de diferentes religiões que não realizem casamentos de menores.

O secretário-geral do Conselho das Religiões de Moçambique, Albino Mussuei, defendeu que a medida será acompanhada de campanhas de sensibilização junto das comunidades para travar a crescente onda de casamentos forçados que se registam no país.

“Nós declaramos tolerância zero contra os casamentos prematuros; primeiro dentro das nossas congregações religiosas estamos a trabalhar na sensibilização de todos os líders, todos os pastores, todos os xeques, todos os rabinos. Temos em Moçambique toda a liderança religiosa junta para não aceitar celebrar seja qual for o tipo de casamento, sobretudo religioso, com menores de 18 anos”, afirmou o secretário-geral do Conselho das Religiões de Moçambique. (rfi.fr)

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