Huíla: Direcção do CFM recepciona 47 novas locomotivas e carruagens

CFM recebe novas locomotivas (Foto: Angop)
CFM recebe novas locomotivas (Foto: Angop)
CFM recebe novas locomotivas (Foto: Angop)

A direcção do Caminho de Ferro de Moçâmedes, na Huíla, recepcionou no sábado, no Lubango, seis novas locomotivas e uma composição de 41 carruagens de primeira, segunda e terceira classes, através do Instituo Nacional dos Caminhos de Ferro de Angola (INFA), em cerimónia presidida pelo ministro dos transportes, Augusto da Silva Tomás.

A aquisição dos respectivos veículos, provenientes da República da China, enquadra-se nos ganhos dos 40 anos de independência nacional, a 11 de Novembro de 1975, bem como no programa de estruturação e modernização do CFM em curso desde 2005.

Ao discursar no acto de homologação dos respectivos meios, o director do Instituto Nacional dos Caminhos de Ferro de Angola, Júlio Bango Joaquim, disse ser um momento célebre por vir dar resposta à melhoria e qualidade da prestação dos serviços ferroviários na linha que liga Namibe-Lubango-Menongue.

“Naturalmente que estas homologações foram precedidas da elaboração de controlo de processos dos ciclos de manutenção, de auditorias às oficinas do CFM, inspecções de segurança e ensaios de linha a cada um dos veículos. Habilitaram o INFA a emitir as suas próprias listas de verificação de requisitos para aprovação destes materiais circulantes e as instruções complementares de segurança para estas unidades”, disse.

Lembrou que os processos de homologação contido nas pastas que hoje se entrega ao PCA do CFM na região do país, nomeadamente, Huíla, Namibe e Cuando Cubango, é testemunho de muito trabalho, esforço, dedicação e grande espírito de colaboração entre o Instituto Nacional Ferroviário de Angola e o Caminho de Ferro de Moçâmedes.

As obras do CFM, que começaram em Março de 2005 e estão a ser executadas pela empresa chinesa China Way, foram paralisadas devido à crise financeira mundial e retomadas a 15 de Novembro de 2010, com seis mil e 500 trabalhadores, cinco mil dos quais angolanos e 1.500 chineses, numa extensão de 875 quilómetros, incluindo os ramais da Jamba e Tchamutete. (portalangop.co.ao)

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