Huambo: Quadros instados a prosseguirem com os ideais dos heróis nacionais

Guilherme Tuluca - Vice-governador do Huambo para o sector Político e Social (Foto: Edilson Domingos)
Guilherme Tuluca - Vice-governador do Huambo para o sector Político e Social (Foto: Edilson Domingos)
Guilherme Tuluca – Vice-governador do Huambo para o sector Político e Social (Foto: Edilson Domingos)

O vice-governador do Huambo para o sector político e social, Guilherme Tuluca, instou os quadros formados em diversos ramos a serem suficientemente capazes para continuarem a materializar aquilo que os heróis da independência idealizaram para o país.

O responsável expressou o facto quando falava no acto de inauguração de uma escola primária de sete salas de aulas e do edifício da repartição de estudo e planeamento na vila municipal do Londuimbali, 92 quilómetros da cidade do Huambo.

Disse que o país precisa de quadros a altura, que a semelhança dos nacionalistas, olhem para os desafios actuais nos mais variados domínios da vida socioeconómica, com vista a impulsionar o desenvolvimento do país, para honrar aqueles que permitiram que Angola fosse uma nação soberana, livre e independente.

“Somos livres graças a independência alcançada a 11 de Novembro de 1975, que custou o sangue de muitos os angolanos, por isso, quem tem de fazer Angola um país prospero, somos nós próprios angolanos, através do trabalho”, realçou.

Referiu que tal desafio deve ser um compromisso, de modo particular, dos alunos, dos professores e dos encarregados de educação, para fazer do sector da educação um verdadeiro vector de recursos humanos capazes de continuar com o progresso que país tem registado.

Para si, vários foram os ganhos alcançados pelos angolanos durante os 40 anos da sua independência, sobretudo nos 13 anos de paz, durante os quais o Executivo tem executado vários projectos em benefício da população.

Salientou que nesta vertente é fundamental o contributo dos quadros na transformação dos recursos naturais que o país possui, para se construir aquilo que a nação ainda precisa.

Garantiu que, a apesar da conjuntura macroeconómica actual que o país vive, marcada pela baixa do preço do petróleo no mercado internacional, o governo da província vai continuar a desenvolver acções de modo a proporcionar melhores condições de vida da população, dentro do clima de paz e reconciliação nacional. (portalangop.co.ao)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA