França pede ajuda da Europa em missões na Síria, Iraque e África

Ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian, conversa com chefe do Estado-Maior da França, general Pierre de Villiers, em chegada ao Palácio do Eliseu. 14/11/2015 (REUTERS/Philippe Wojazer)
Ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian, conversa com chefe do Estado-Maior da França, general Pierre de Villiers, em chegada ao Palácio do Eliseu. 14/11/2015 (REUTERS/Philippe Wojazer)
Ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian, conversa com chefe do Estado-Maior da França, general Pierre de Villiers, a chegada ao Palácio do Eliseu. 14/11/2015 (REUTERS/Philippe Wojazer)

A França recorreu à cláusula de assistência mútua da União Europeia pela primeira vez nesta terça-feira, pedindo aos parceiros auxílio militar e outras formas de assistência em missões no Oriente Médio e África após os ataques com 129 mortos em Paris.

A inesperada medida de buscar ajuda na União Europeia e não na OTAN, liderada pelos Estados Unidos, exige que todos os membros do bloco europeu providenciem “assistência”, segundo o ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian.

“A França não pode fazer tudo, no Sahel, na República Centro-Africana, no Levante e assegurar o território nacional”, disse Le Drian durante encontro dos ministros da Defesa da União Europeia em Bruxelas, onde invocou a cláusula de assistência mútua do Artigo 42.7 do tratado da União Europeia.

Tropas francesas foram enviadas para Mali, Burkina Faso, Níger e Chade na área do Sahel, na África Ocidental.

Mais detalhes sobre a ajuda serão discutidos entre a França e governos individuais da UE, disse a chefe de política externa da UE, Federica Mogherini, embora as reacções iniciais sejam diversas.

A Alemanha e a República Checa ofereceram ajuda, assim como a Espanha. Mas Madrid descartou se juntar aos ataques aéreos na Síria, dizendo que já tem feito muito, a mesma posição adoptada pela Dinamarca. (reuters.com)

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