Formação em criação literária e livros em Angola

(Fotos: Adriano Sokópia)
Escritor brasileiro ministra formação e lança obra em homenagem aos 40 anos da Independência de Angola
(Fotos: Adriano Sokópia)
(Fotos: Adriano Sokópia)

Serão lançadas nessa sábado (07/11), a partir das 8 horas, no Auditório da Rádio Uige, na província do Uige, em Angola, as obras literárias: antologia poética KIXIMANU – que quer dizer “homenagem”, em Kimbundu – que homenageia os 40 anos de independência da República de Angola e que tem a participação de escritores angolanos, dentre eles: Alves Bunga Makonga, Edson Ntukatandy das Neves, Felder Simões (Discípulo de Agostinho Neto), Josué Ananias Sudi, Lopes Miguel Pungue, Vrackichakiri Abelardo, Zenaide Fernando (Docinho de Mel) e Zola Vida, como também os escritores brasileiros: Baco Figueiredo, Edival Rosas, Edvaldo Rosa e Elisenilda Cristina,  como também o romance poético C’alô & Cronicas Feridas – 3ª Edição do jornalista, escritor e editor brasileiro Roberto Leal e as edições números 10 e 11 da revista internacional de Literatura “Òmnira” que tem a participação de escritores contemporâneos de Angola, Brasil e Moçambique.

Roberto Leal está em Angola a convite da ALCA – Associação Literária e Cultural de Angola, para ministrar uma Formação Básica em Criação Literária, para escritores, jornalistas, poetas e amantes da arte literária em geral, formação essa já ministrada na província de Benguela, para aproximadamente 70 alunos e que teve as aulas sendo ministradas no ISPOCAB – Instituto Politécnico Católico de Benguela, situado no município da Catumbela, passou por Namibe e agora se encontra no Uige a convite do novo Movimento Literário Kutanga. O editor brasileiro depois segue para  a capital Luanda, com os mesmos fins e objetivos.
Essa é a terceira vez em que Leal vem a Angola, já se tornando uma figura conhecida das rodas literárias angolanas, ele que trabalha um intercâmbio com entidades e escritores africanos, através da UBESC – União Baiana de Escritores, entidade da qual é presidente na cidade de Salvador, na Bahia/Brasil (conhecida por ser a cidade mais negra fora da África) e da Revista Òmnira, que tem periodicidade trimestral, publicação da qual é o redator chefe e que vem abrindo portas para que poetas e escritores contemporâneos de países como: Angola, Guiné Bissau e Moçambique possam publicar seus trabalhos, visando a revelação dos talentos contemporâneos da nova literatura africana de língua portuguesa. (artigo enviado à nossa redacção com pedido de publicação)

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