Enaltecidos investimentos no sector ferroviário no desenvolvimento de Angola

Ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás (Foto: Lino Guimarães)
Ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás (Foto: Lino Guimarães)
Ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás (Foto: Lino Guimarães)

Os investimentos feitos no sector ferroviário depois de 1975 estão a facilitar a movimentação de pessoas e cargas ao nível dos Caminhos de Ferro de Angola, enalteceu no sábado, no Lubango, província da Huíla, o ministro dos transportes, Augusto da Silva Tomás.

Em declarações aos jornalistas, no quadro da sua visita de um dia a província da Huíla, o governante destacou que tal feito consubstanciou-se na reabilitação e modernização dos caminhos de ferro de Angola, que melhorou a circulação ferroviária no país.

“Foi um trabalho árduo e difícil, mas que levado a cabo com êxito, e nesta época foi feito um programa de reestruturação das três empresas ferroviárias, que culminou com a criação do Instituto Nacional dos Caminhos de Ferro de Angola”, disse.

Destacou, igualmente, a separação das actividades dentro das empresas ferroviárias, sendo a comercial, que será dada a gestão privada, e a de gestão das infra-estruturas, pelo que, a outra fase passa pela integração das três empresas, isto é, a ligação dos CFL, CFB e CFM, assim como a sua ligação ao exterior.

O ministro disse ser um programa que deve ser entendido e compreendido numa óptica de curto, médio e longo prazo, de acordo com os programas de governação.

“Dai a razão destes programas que temos vindo a rubricar com a República Democrática do Congo RDC e Zâmbia, pois ainda esta semana rubricamos a assinatura de desenvolvimento no ramo ferroviário com a república da Namíbia como premissas de fortalecer economia nas regiões da África Austral”, disse o governante.

Augusto da Silva Tomás assinalou que, por outro lado, ao nível dos Caminhos de Ferro de Angola, foi feito um grande esforço e uma revolução, pelo que considerou ter sido um trabalho possante que dignifica e honra os angolanos, no âmbito dos ganhos dos 40 anos de independência nacional e dos 13 anos de paz definitiva em Angola. (portalangop.co.ao)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA