Cuanza Norte: População exortada a preservar a Independência Nacional

Governo provincial do Cuanza Norte. (Foto: D.R.)
Governo provincial do Cuanza Norte. (Foto: D.R.)
Governo provincial do Cuanza Norte.
(Foto: D.R.)

O governo do Cuanza Norte exorta, numa declaração publicada hoje, em Ndalatando, as populações da província a vergarem-se ao compromisso de manter “a todo custo” a Independência Nacional conquistada com sacrifício de muitos filhos angolanos.

Na declaração alusiva à jornada comemorativa dos 40 anos da Independência Nacional, o governo provincial refere que a Independência e a autodeterminação constituem “verdadeiras pérolas da nossa afirmação como povo e como nação, no contexto do continente africano e do mundo”.

O texto adianta que a Independência Nacional foi forjada da luta armada de libertação nacional ao longo de 14 anos, nas matas do vasto território de Angola, levando o opressor colonial a claudicar dos seus propósitos face a determinação dos angolanos, fortemente motivados pelo desejo de liberdade e autodeterminação.

“No próximo dia 11 de Novembro de 2015 os angolanos assinalarão 40 anos de independência Nacional, facto que remonta do ido 11 de Novembro de 1975, altura em que o saudoso Presidente Dr. António Agostinho Neto proclamou na então praça 1º de Maio, perante a África e o mundo, o fim do colonialismo português e a ascensão de Angola ao estatuto de nação livre e soberana”, lê-se no documento.

A adianta que em véspera de assinalar-se mais um aniversário da conquista da Independência Nacional vale olhar para a história contemporânea do país e recordar que foram dias e anos de imenso sofrimento pois o regime colonial português tudo fez para impedir a realização do sonho de liberdade do povo angolano.

A nota frisa que o regime acionou o seu poderoso exército apoiado pela PIDE-DGS, polícia secreta portuguesa com uma actuação “absolutamente desumana”, reprimindo todas as formas de luta levadas a cabo pelos patriotas angolanos.

Frisa que a data constitui um momento de invocar a esclarecida acção dos antigos combatentes que encetaram uma luta sem tréguas até a derrota final do colonialismo em Angola e que se preste homenagem às viúvas e aos órfãos de guerra daqueles que abandonaram o “nosso” convívio, dando tudo de si pela liberdade dos angolanos.

“Àqueles que ainda muito jovens se embrenharam na luta sem tréguas contra o temível inimigo em nome da dignidade do homem e das famílias angolanas rendemos uma merecida homenagem comprometendo-nos a continuar a honrar as suas memórias e tudo fazermos para perpetuar a gigantescas obra erigida com o seu sangue, suor e lágrimas”, acrescenta.

Volvidos 40 anos desde a proclamação da Independência, avança a declaração governamental, o país está mais unido em torno dos principais desígnios, nomeadamente a manutenção da unidade nacional, da paz e da reconciliação nacional, trilhando o caminho do desenvolvimento sustentável.

O documento refere que o país está hoje dotado de mais e melhores infra-estruturas sociais, com reflexo directo na melhoria da qualidade de vida das populações, assim como multiplicaram-se os desafios da melhoria das condições que visam o bem-estar das populações, tendo como suporte os programas governamentais de investimentos públicos, municipal integrado de desenvolvimento rural e combate à pobreza, entre outros. (portalangop.co.ao)

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