Cuanza Norte: 11 de Novembro reforça unidade dos angolanos, considera CASA- CE

Militantes da Casa-CE (Foto: Estevão Manuel)
Militantes da Casa-CE (Foto: Estevão Manuel)
Militantes da Casa-CE (Foto: Estevão Manuel)

O secretário municipal de Cambambe, da Convergência Ampla de Salvação de Angola -Coligação Eleitoral (Casa- CE), André Domingo Manuel, exortou hoje, no Dondo, os militantes da sua organização a encararem o 11 de Novembro, Dia da Independência Nacional, como símbolo do reforço da unidade entre os angolanos.

Em declarações à Angop, por ocasião do 40º aniversário da Independência Nacional, André Manuel afirmou que apesar da diversidade política, o 11 de Novembro deve ser celebrado por todos angolanos com muito entusiasmo, pois, o mais importante não é olhar para as cores partidárias, mas pelo simbolismo da data, que representa o dia em que o país se tornou livre do jugo colonial.

Enquanto membro de um partido da oposição, considera que as diferenças políticas não devem por em causa os interesses da Nação, ante os interesses externos, porquanto o desenvolvimento do país está intrinsecamente ligado a harmonia e o convívio entre irmãos.

Para si, apesar de a independência ter sido proclamada pelo MPLA, os seus benefícios são de alcance nacional, para a afirmação do país, no contexto das Nações, daí que não se deve ter como referencia a cor partidária, neste momento de exaltação dos angolanos.

“A Casa- CE, é uma força política Nacional, que se opõe aos interesses de muitos partidos é não aos interesses dos angolanos, como é o caso do 11 de Novembro, que representa liberdade para todos, daí a necessidade dos militantes se reverem na unidade, tal como o 4 de Fevereiro, entre outros eventos nacionais”, frisou.

Acrescentou que o jugo colonial foi o momento mais discriminatório porque passaram os angolanos, pelo que, a Independência traduz-se na maior conquista dos angolanos, razão pela qual, nesses 40 anos deve ser celebrada de mãos dadas, com sentimento patriótico, ávidos na reconstrução e desenvolvimento inclusivo, que satisfaça os anseios actuais e do futuro.

André Manuel sublinhou que o país se encontra num momento menos salutar, agravado com a crise financeira, mas é preciso que haja discernimento por parte dos angolanos e perceberem esta fase como uma ocasião para reflexões e não para os desacatos ou outra espécie de desvios, mas sim, mantendo a serenidade e lutar para a vitória.

“Estamos sensibilizados que o actual momento é menos salutar para todas as famílias, mas é preciso que haja calma e olharmos mais pelos factores de unidade, porquanto as desavenças, desconfianças e receios em nada abonam o crescimento de um país como Angola, que se pretende, próspero” concluiu. (portalangop.co.ao)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA