Ataque contra “Jihadi John” atinge o coração do Estado Islâmico, diz Cameron

Premiê britânico, David Cameron, em frente à residência oficial de Downing Street, em Londres. 13/11/2015 (REUTERS/Stefan Wermuth)
Premiê britânico, David Cameron, em frente à residência oficial de Downing Street, em Londres. 13/11/2015 (REUTERS/Stefan Wermuth)
Premiê britânico, David Cameron, em frente à residência oficial de Downing Street, em Londres. 13/11/2015 (REUTERS/Stefan Wermuth)

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse nesta sexta-feira que caso as forças norte-americanas tenham obtido sucesso na tentativa de matar o militante conhecido como “Jihadi John” na Síria, seria um ataque ao coração do Estado Islâmico.

Falando do lado de fora da residência oficial de Downing Street, em Londres, Cameron disse que o ataque dos EUA a Mohammed Emwazi, cidadão britânico, foi um esforço combinado entre a Grã-Bretanha e os Estados Unidos e “um ato de autodefesa. Foi a coisa certa a se fazer”.

Ele disse que ainda esperava confirmação da morte de Emwazi. O Pentágono informou que estava investigar os efeitos do ataque à cidade síria de Raqqa, capital de facto do Estado Islâmico.

“Caso o ataque seja um sucesso -e ainda aguardamos confirmação disto- será um ataque ao coração do Estado Islâmico”, disse Cameron.

“Isto irá demonstrar para aqueles que atacam a Grã-Bretanha, nosso povo e nossos aliados, que temos um longo alcance, temos determinação e nunca esquecemos os nossos cidadãos”, acrescentou.

Ele chamou Emwazi de “um assassino bárbaro”, que “mostrou uma ameaça constante a civis inocentes, não só na Síria, mas ao redor do mundo e também na Grã-Bretanha”. (reuters.com)

por Elizabeth Piper

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