«Ano será decisivo para garantir a sustentabilidade e o futuro do clube» – Luís Filipe Vieira

FUTEBOL - Luis Filipe Vieira, presidente do Benfica durante a cerimonia de inauguracao da casa do Benfica, no Luxemburgo. Sabado 28 de novembro de 2015 (ASF/SERGIO MIGUEL SANTOS)
FUTEBOL - Luis Filipe Vieira, presidente do Benfica durante a cerimonia de inauguracao da casa do Benfica, no Luxemburgo. Sabado 28 de novembro de 2015 (ASF/SERGIO MIGUEL SANTOS)
FUTEBOL – Luis Filipe Vieira, presidente do Benfica durante a cerimónia de inauguração da casa do Benfica, no Luxemburgo. Sábado 28 de novembro de 2015 (ASF/SERGIO MIGUEL SANTOS)

O presidente do Benfica reforçou, este domingo, no Luxemburgo, a ideia que esta época será determinante para o futuro do clube. Perante cerca de 170 adeptos, Luís Filipe Vieira mostrou-se ciente que o caminho não é fácil, mas deixou discurso de otimismo.

«Este ano é um ano de mudança, por várias razões. É um ano que será decisivo para garantir a sustentabilidade e o futuro do clube por muitas e muitas gerações. Quando tomamos decisões, não o fazemos por capricho ou de forma leviana. Fazemo-lo em função daquilo que acreditamos ser o melhor para o Benfica, fazemo-lo em função daquilo que nos dá garantias de que nunca mais vamos voltar aos tempos em que o clube quase desapareceu. É para isso que trabalhamos», disse Luís Filipe Vieira.

O líder do clube da Luz reconheceu que muitos podem no curto prazo não entender, mas garantiu convictamente: «O futuro passa pelas opções que hoje estamos a tomar.»

«Vão surgir sempre algumas dificuldades – é inevitável –, mas há algo de que nunca devemos desistir: das nossas convicções, do rumo que decidimos seguir e, acima de tudo, do nosso otimismo. Não de um otimismo cego que ignora as dificuldades, mas sim de um otimismo que sabe que as dificuldades vão surgir e que temos de as saber contornar. Este ano é um ano marcado por decisões estratégicas que vão definir o futuro do Benfica, e esse futuro depende de todos nós, mais uma vez», vincou. (abola.pt)

Por: Rui Miguel Melo, no Luxemburgo

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