Volume de produção do sector segurador ascende 102 bilhões de kwanzas

Stander da empresa Global Seguro (Foto: Hanri Celso)
Stander da empresa Global Seguro (Foto: Hanri Celso)
Stander da empresa Global Seguro (Foto: Hanri Celso)

O volume de produção do sector segurador em termos de prémios ascende a 102 bilhões de kwanzas, afirmou quinta-feira, em Luanda, a administradora da ARSEG, Carlota Amaral.

Ao discursar na abertura do workshop sobre o “Novo regime tributário no sector segurador”, em representação do seu PCA, Aguinaldo Jaime, ressaltou que neste momento o sector conta com 17 seguradoras e cinco sociedades gestoras de fundo.

Referiu que o sector segurador tem vindo a crescer, não obstante a actual conjuntura económico-financeira internacional de crise, provocada pelo choque na oferta da maior fonte de receitas do país.

Salientou que apesar dos esforços do executivo, no sentido de se diversificar a economia, facto é que cerca de 97 por cento das receitas de exportação têm como fonte o petróleo, bem como também do ponto de vista da estrutura da receita fiscal mais de 70 por cento tem igual modo a sua proveniência no petróleo.

Explicou que o sector segurador constitui uma importante fonte de captação de receitas, não só pela capacidade de absorver recursos que podem ser disponibilizados à economia, para a realização de despesas de investimento que se afigurem relevantes para o desenvolvimento sustentável do país em sede da diversificação da economia.

Este factor constitui um dos pilares convergentes, ao alargamento da base tributária, contribuindo assim, ainda que de forma modesta, para o volume da receita fiscal cuja finalidade passa pelo financiamento da despesa pública.

O sector segurador está em expansão e representa um importante eixo do mercado financeiro, para a alavancagem da diversificação da economia, sobretudo na actual conjuntura.

Considerando o novo quadro tributário, as empresas do sector são chamadas a adoptarem as suas estruturas e colaborarem na eficácia da implementação do novo regime tributário.

Disse que a realização deste evento verifica-se numa altura em que o país conhece um relativo abrandamento da economia e, por conseguinte, impõe-se por outro lado a racionalização dos escassos recursos disponíveis e a diversificação das fontes de captação de receitas. (portalangop.co.ao)

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