Proposta do OGE para 2016 equilibra fontes de recursos, diz ministro das Finanças

Armando Manuel, ministro das Finanças. (Foto: D.R.)

A proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2016 equilibra as fontes de recursos e o seu uso, procurando identificar um nível de endividamento moderado no quadro da responsabilidade fiscal para com as futuras gerações, disse à imprensa o ministro das Finanças, Armando Manuel.

Armando Manuel, ministro das Finanças. (Foto: D.R.)
Armando Manuel, ministro das Finanças. (Foto: D.R.)

Armando Manuel, que se encontra em Lima (Peru) desde segunda-feira, 05, a participar nos trabalhos da assembleia anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial (MB), avançou nesta quinta-feira que o Executivo está a trabalhar no sentido de cumprir com a demanda legal de entrega do documento à Assembleia Nacional até dia 31 deste mês.

A proposta do OGE para o exercício de 2016 aponta ainda como prioridade a remuneração dos servidores públicos, o compromisso com as obrigações contratuais de dívida, a garantia das funções básicas do Estado, assim como a reanimação do investimento público necessário para alavancar o ambiente de negócios frutífero.

Referiu que o Executivo angolano apreciou, em Setembro último, a proposta de programação financeira do Tesouro, principal instrumento de execução do Orçamento Geral do Estado.

Quanto ao estado actual da economia nacional, Armando Manuel explicou que em face da queda do preço do petróleo no mercado internacional em mais de 60% (até então a principal componente do rendimento nacional) obriga a que todos trabalhem mais para suprir esta baixa.

“O momento actual obriga que nos tornemos mais eficientes. Precisamos, neste momento, de nos voltarmos para a exploração das demais oportunidades que o país nos oferece”, frisou.

Na sua óptica, o país continua economicamente viável. Porém, precisa de alguma forma mudar as mentalidades das pessoas e encarar a crise como uma janela de oportunidades. (portalangop.co.ao)

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