Israel reforça segurança no meio de confrontos

(AFP 2015/ AHMAD GHARABLI)
(AFP 2015/ AHMAD GHARABLI)
(AFP 2015/ AHMAD GHARABLI)

Segundo a declaração do Gabinete de Ministros israelita, Forças Especiais do Exército Israelita serão instaladas para fortalecer as unidades da polícia nas cidades e ao longo de estradas.

Nesta quarta-feira (14), o Gabinete de Ministros israelita tomou a decisão de enviar tropas para patrulhar cidades, tendo em conta a mais recente onda de violência entre israelitas e palestinianos no país, e dar à polícia o direito de bloquear algumas áreas de Jerusalém, cidade que é o foco dos confrontos.

“A polícia israelita obteve o direito de impor o bloqueio…a locais de tensão ou provocações em Jerusalém, por motivos de segurança”, diz-se na declaração do gabinete israelita.

Este passo é dado três dias depois de três cidadãos israelitas terem sido mortos e pelo menos 17 terem sido feridos em confrontos em Jerusalém e região central de Israel na terça-feira (13). Após os ataques, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu disse que o país preparava uma série de medidas contra o terrorismo devido aos desenvolvimentos mais recentes, acrescentando que o governo usará todas as medidas necessárias para restaurar a paz nas cidades israelitas.

Recentemente em Jerusalém, em outras cidades de Israel, na Faixa de Gaza e também na Cisjordânia, tem acontecido uma série de conflitos entre palestinianos e israelitas, com agressões de ambas as partes. Órgãos de imprensa avaliam que, desde o início de Outubro, pelo menos sete cidadãos israelitas foram mortos bem como dezenas de palestinianos.

O conflito entre Israel e Palestina se estende desde meados do século passado. O foco de conflito é o combate pelos territórios palestinianos ocupados por Israel. Os palestinianos aspiram a um Estado independente composto pela Cisjordânia, inclusive Jerusalém Oriental, e Faixa de Gaza, territórios parcialmente ocupados por Israel.A comunidade internacional não reconhece a anexação de Jerusalém Oriental por Israel depois de Guerra dos Seis Dias de 1967. (sputniknews.com)

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