Grã-Bretanha faz quatro exigências para continuar na UE

(REUTERS/ Stefan Wermuth)
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O primeiro-ministro da Grã-Bretanha David Cameron e os seus apoiantes mais próximos no gabinete de ministros elaboraram as principais exigências que o país faz às autoridades da União Europeia para o país não sair da União.

De acordo com as fontes do jornal The Telegraph no governo britânico, a primeira exigência é que Bruxelas deverá “afirmar claramente” que a Grã-Bretanha não participará na construção do “super-estado europeu”.

Segundo, a UE deve esclarecer que o euro não é a moeda única da União, estabelecendo assim que a Europa é uma “união multi-monetária”. Desta maneira, os ministros britânicos protegem o status da sua moeda nacional – a libra esterlina.

Terceiro, Londres deve voltar a deixar o parlamento nacional e as autoridades da Grã-Bretanha bloquearem directivas da UE e revisar as leis que já existem na União.

Segundo a última exigência, a UE deve alterar a sua própria estrutura. A Grã-Bretanha pede o bloco que seja reorganizado, para que os interesses dos nove países fora da zona do euro sejam protegidos.

No fim de Maio, o governo da Grã-Bretanha apresentou um projecto de lei sobre a saída da União Europeia.

O referendo deve ser realizado até 31 de Dezembro de 2017. (sputniknews.com)

 

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