Delegações já em Luanda para conferência energética

Ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Rebelo Chikoti (Foto: Pedro Parente/Arquivo)
Ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Rebelo Chikoti (Foto: Pedro Parente/Arquivo)
Ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Rebelo Chikoti (Foto: Pedro Parente/Arquivo)

Delegações de 26 países e de oito organizações regionais e internacionais estão já em Luanda, para participar na quinta e sexta-feira na Conferência Internacional sobre a Segurança Marítima e Energética.

A informação foi prestada hoje, terça-feira, pelo ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Rebelo Chikoti, para quem a parte angolana tem tudo preparado para que a conferência decorra em condições excelentes.

Adiantou que várias delegações continuam a chegar, esperando que pelo menos 54 países de África, Europa, América e Ásia participem da referida conferência.

Afirmou que a conferência é oportuna para Angola, que tem um espaço marítimo considerável para a pesca e exploração petrolífera.

Disse que a questão da segurança marítima se torna igualmente importante para a região do Golfo da Guiné, onde já tem havido algumas acções que afectam a economia marítima.

Referiu-se também a necessidade de sensibilizar a comunidade internacional sobre a segurança para as actividades marítimas e energéticas, atendendo que um bom número de países explora o petróleo.

Declarou que um dos maiores desafios da região do Golfo da Guiné, está ligado à segurança e ao fenómeno da pirataria.

Defendeu o alargamento da região do Golfo da Guiné a todo o corredor da costa ocidental do oceano Atlântico, desde o sul de Angola ao norte da Guiné-Bissau, visando melhorar a coordenação entre os diversos Estados que partilham o Atlântico.

Referiu também aos desafios ambientais devido aos casos de poluição marítima, a pesca ilegal, violação de fronteiras marítimas e a imigração ilegal.

O ministro acredita que a Conferência Internacional sobre Segurança Marítima e Energética deverá adoptar resoluções, que contribuirão para tornar mais seguro o oceano Atlântico. (portalangop.co.ao)

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