Defesa faz guerra ao tráfico na região de fronteira do Brasil

(Fotos Públicas / CCOMSEx)
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O Ministério da Defesa trabalha para realizar ainda este ano a Operação Ágata 10. A informação é do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, General José Carlos De Nardi.

A atividade será realizada por integrantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, conforme o estabelecido pela lei que prevê a atuação das três Forças em atribuições subsidiárias e na prevenção e repressão de crimes na faixa de fronteira.

Apesar dos cortes orçamentários, a Ágata 10 contará com investimentos de R$ 9,5 milhões e com cerca de 4 mil militares. Eles vão operar, desta vez, em uma área fronteiriça menos habitada, beneficiando locais inóspitos e de difícil acesso do país.

A Operação Ágata, instituída por decreto da Presidenta Dilma Rousseff em 2011, no âmbito do Plano Estratégico de Fronteira, é de responsabilidade do Ministério da Defesa, sob a coordenação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas junto com a Marinha, o Exército e a Aeronáutica.

Um dos objetivos da Operação é intensificar a presença do Estado brasileiro junto à faixa de fronteira, contribuindo para o combate e a redução de ilícitos como contrabando, tráfico de drogas, de pessoas, de armas e munições, exploração sexual, evasão de divisas, crimes ambientais, roubo de veículos e garimpo ilegal, entre outros.

Somente na última edição, a Ágata 9, durante 10 dias foram apreendidas mais de 4 toneladas de maconha e 65 toneladas de gêneros alimentícios sem procedência. O contrabando de materiais proibidos e o descaminho de mercadorias, sem o pagamento de tributos, foram avaliados em cerca de R$ 700 mil.

Além disso, foram realizadas mais de 7,3 mil ações cívico-sociais, entre atendimentos médicos e odontológicos, reforma de escolas, emissão de documentos, distribuição de medicamentos e de kits de higiene bucal. (sputniknews.com)

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