Conferência sobre segurança marítima reata com declarações políticas

Participantes na conferência Internacional sobre Segurança Marítima e Energética (Foto: Francisco Miudo)

A Conferência Internacional sobre Segurança Marítima e Energética, aberta quinta-feira, em Luanda, pelo Vice-Presidente da República, Manuel Domingos Vicente, reata na manhã desta sexta-feira, com intervenções políticas dos chefes de delegações sobre estratégias regionais de segurança marítima.

Participantes na conferência Internacional sobre Segurança Marítima e Energética (Foto: Francisco Miudo)
Participantes na conferência Internacional sobre Segurança Marítima e Energética (Foto: Francisco Miudo)

O fórum, que conta com a participação de cerca 300 convidados nacionais e estrangeiros, provenientes de vários países de África, América, Ásia, Europa e Oceania, deverá culminar no mesmo dia com a aprovação da Declaração de Luanda sobre Segurança Marítima e Estratégica, de acordo com o programa distribuído à imprensa.

No discurso de abertura da conferência, Manuel Domingos Vicente disse que a adopção do texto será um contributo inesquecível à abordagem da segurança marítima e estratégica em África e no mundo, nos mais variados eventos.

“Pretendemos que esse documento seja consensual, reflectindo não só a posição do Governo angolano, mas também as convicções e as opiniões de todos os participantes nesta conferência”, sublinhou o responsável, para quem a segurança marítima e estratégica constitui um elemento fundamental para o desenvolvimento económico de África, sobretudo face aos desafios e oportunidades da globalização.

À margem do primeiro dia dos trabalhos do fórum, os ministros angolanos da Defesa Nacional, João Lourenço, e das Relações Exteriores, Georges Chikoti, mantiveram contactos com distintas entidades estrangeiras, com destaque para o responsável do Comando Norte-Americano para a África (Africom), general David Rodriguez.

Em declarações à imprensa, o comandante frisou que a colaboração entre a Africom, as nações africanas e o Ocidente, com base nos exercícios que têm vindo a realizar, vai permitir uma abordagem comum para garantir a segurança marítima na Região do Golfo da Guiné. (portalangop.co.ao)

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