Carlos Silva: Fusão “visa criar novas soluções para as PME a operar em Angola”

(Foto: D.R.)
(Foto: D.R.)
(Foto: D.R.)

“Criar novas soluções para as PME a operar em Angola” é um dos objectivos da fusão entre o Millennium Angola e o Atlântico, defende Carlos Silva. Ao Negócios, o maior accionista do Atlântico e vice-presidente do BCP destaca o papel destas empresas “na geração de emprego”.

A fusão entre o Millennium Angola e o Atlântico, que vai resultar na constituição do terceiro maior banco angolano, “visa também criar novas soluções para as PME a operar em Angola”, defende Carlos Silva, presidente do Atlântico e vice-presidente do BCP, numa declaração escrita ao Negócios.

“A nova escala de intervenção que se cria visa também criar novas soluções para as PME a operar em Angola. Essas são a base da geração de emprego, à semelhança de todos os países que estão em processo de diversificação e sustentabilidade económica”, adianta o banqueiro angolano.

O BCP comunicou esta quinta-feira ter chegado a acordo com a Global Pactum, sociedade controlada por Carlos Silva que é a maior accionista do Atlântico, para a fusão desta instituição com o Millennium Angola.  Os dois bancos são parceiros para o mercado angolano desde 2008.

O banco liderado por Nuno Amado vai ficar com 20% da nova instituição, cuja criação está ainda “sujeita à aprovação em assembleia-geral do BMA e do Atlântico, bem como das entidades regulamentares”, anunciou o BCP esta quinta-feira, 8 de Outubro, em comunicado publicado no site da CMVM.

Na bolsa, as acções do BCP fecharam a perder 1,80% fixando-se em seis cêntimos, depois de ter subido consecutivamente durante seis sessões, em que acumulou ganhos da ordem dos 46%. (jornaldenegocios.pt)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA