Cabo Verde perde duas posições no ranking “doing business”

Cidade da Praia (Liliana Henriques / RFI)
Cidade da Praia (Liliana Henriques / RFI)
Cidade da Praia
(Liliana Henriques / RFI)

Na passada terça-feira, como todos os anos desde 2003, o Banco Mundial publicou o seu ranking “doing business” sobre a facilidade de fazer negócios para as pequenas e médias empresas a nível mundial, país por país, Singapura tendo tornado este ano a ocupar a posição dianteira seguida pela Nova Zelândia, a Dinamarca, a Coreia do Sul e Hong Kong, Portugal ocupando a 23ª posição e a França o 27° lugar.  Neste ranking em que entram nomeadamente critérios como a facilidade de criação de empresas, a fiscalidade, o acesso ao crédito e à electricidade, o Banco Mundial também se debruçou sobre a África subsariana, as Maurícias continuando a ser líder da região com o 32° lugar, seguida pelo Ruanda com 62° lugar, o Botsuana em 72ª posição e logo a seguir a África do Sul

Na África Lusófona, a Guiné-Bissau melhorou o seu desempenho passando da 181ª posição para 178ª e Angola também melhorou passando do 183° para 181°lugar. Moçambique, pelo contrário, piorou o seu desempenho passando do 128° lugar para 133°; no mesmo sentido, São Tomé e Príncipe também perdeu posições passando do lugar 163 para o 166 e, por fim, Cabo Verde também viu a sua classificação degradar-se da 124ª posição para a 126ª, uma noticia que o primeiro-ministro José Maria Neves preferiu desdramatizar.

Por seu turno, Olavo Correia, vice-presidente do MPD na oposição mostrou-se bastante crítico perante o significado desta nova baixa da classificação de Cabo Verde. (rfi.fr)

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