Cabo Verde mantém segunda posição mas piora avaliação do Índice Ibrahim de Governação Africana

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Cabo Verde manteve a segunda posição no Índice Ibrahim de Governação Africana 2015, mas o país tem registado uma avaliação negativa nos últimos cinco anos.

Segundo os dados hoje publicados, desde 2011 o país regrediu nas quatro categorias: Segurança e Estado de Direito; Participação e Direitos Humanos; Oportunidades Económicas Sustentáveis e Desenvolvimento Humano.

Os piores recuos são registados nas subcategorias de Responsabilização, Participação política, Direitos cívicos, Administração Pública, Ambiente de Negócios, Sector Rural e Bem-Estar.

Pelo contrário, houve melhorias nas subcategorias de Estado de Direito, Segurança Pessoal, Infra-estruturas, Educação e Saúde.

Cabo Verde somou uma pontuação de 74,5 pontos numa escala de 100, menos 0,8 do que no ano passado, mas mantém-se acima da média geral de 50,1 pontos e da média regional da África Ocidental de 52,4 pontos.

Cabo Verde mantém a 2.ª posição de 2014, quando o Índice tinha 52 países.

Este ano, o Índice passou a incluir o Sudão do Sul e Sudão pela primeira vez desde a separação dos dois países.

Criado em 2007 pela Fundação Mo Ibrahim, o Índice Ibrahim de Governação Africana (IIAG) mede anualmente a qualidade da governação nos países africanos através da compilação de dados de diversas fontes.

O objectivo é informar e ajudar os cidadãos, governos, instituições e o sector privado a avaliar a provisão de bens e serviços públicos e os resultados das políticas e estimular o debate sobre o desempenho da governação com base em dados concretos e quantificados.

A avaliação é feita de acordo com quatro categorias: Segurança e Estado de Direito, Participação e Direitos Humanos, Oportunidades Económicas Sustentáveis e Desenvolvimento Humano, divididas por 14 subcategorias. Usa 93 indicadores e informação recolhida junto de 33 instituições globais. (inforpress.publ.cv)

Lusa/Fim

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