Bloco está ao lado de Costa e garante que “divergências foram ultrapassadas”

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A coordenadora do Bloco de Esquerda ressalvou que o principal objetivo é não haver um governo de Direita.

Catarina Martins, à saída da reunião com Cavaco Silva, reiterou as palavras de António Costa e voltou a frisar que “estão criadas as condições para um governo que não tenha Passos Coelho e Paulo Portas”, ressalvando que se trata de uma “alternativa estável”.

“O Presidente da República poderá indigitar a candidatura mais votada para formar governo, mas consideramos que fazê-lo seria uma perda de tempo, porque não há condições para PSD e CDS formarem um governo e fazerem aprovar um orçamento de estado, uma vez que estão em minoria e não têm qualquer possibilidade de apoio”, explicou a coordenadora do Bloco de Esquerda.

Mais ainda, a bloquista garantiu que caso haja essa indigitação, o Bloco “apresentará uma moção de rejeição a um governo PSD/CDS”, salvaguardando que “esse governo não corresponde maioritária destas eleições”.

Assim, Catarina Martins foi perentória: “Estão criadas as condições para um governo que não tenha Passos Coelho nem Paulo Portas, um governo que vire a página da Direita, e um governo que permita proteger emprego, salários e pensões”, bandeiras lançadas pelo Bloco e das quais Catarina Martins garante não abdicar.

A líder do Bloco crê que “as divergências” entre os partidos de Esquerda foram “ultrapassadas”, mostrando que os termos do acordo estão a ser falados e que o Partido Socialista tem concordado com muitas das questões. (noticiasaominuto.com)

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