Benfica cai com estrondo no regresso do “cérebro” à Luz

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Pela segunda vez na época, Jorge Jesus defrontou o ‘seu’ Benfica e, também pela segunda vez, venceu. O Sporting foi sempre a equipa mais esclarecida em campo, tendo tido mais critério na construção do seu jogo. Apesar de um início de jogo pressionante, o Benfica jogou sempre com mais ‘coração’ do que com ‘cabeça’ e caiu com estrondo frente aos seus adeptos.

Rui Vitória deu ordens aos seus homens para pressionar a saída de bola do Sporting, o que causou alguns calafrios à defesa ‘leonina’ nos primeiros momentos de jogo. No entanto, o ataque benfiquista nunca foi capaz de decidir bem, ao contrário do adversário que, na primeira ocasião que teve para marcar, não falhou. Teo Gutiérrez, num lance ‘trapalhão’ com Júlio César, fez o primeiro logo aos 9 minutos.

Aos 21 minutos, o inevitável faria o segundo e, aos 36, Bryan Ruiz daria a ‘estocada’ final. A partir daí, notou-se uma clara quebra anímica na equipa ‘encarnada’. A pressão, um dos pontos fortes do Benfica, desapareceu, e, a partir daí, o Sporting esteve sempre por cima do jogo, numa vitória que, apesar dos números exagerados, acaba por ser manifestamente justa.

Momento do jogo: O Benfica, atordoado e de orgulho ferido devido aos dois golos madrugadores do Sporting, procurava reagir. O jogo estava partido, bom para os adeptos mas mau para os treinadores. Foi então que, ao minuto 36, Bryan Ruiz fez o terceiro e último golo dos ‘leões’, fechando a contagem ainda na primeira parte.

A partir daí, o Sporting, visivelmente mais confiante, foi capaz de controlar o jogo com maior critério, face a um Benfica ‘destruído’ animicamente. Os homens de Rui Vitória acusaram o golo e, desde aí, tirando raras excepções, foram incapazes de responder à pesada desvantagem. (noticiasaominuto.com)

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