Angola considera imperioso reflectir sobre percurso das Nações Unidas

Manuel Augusto - Secretário de Estado das Relações Exteriores (Foto: Alberto julião)
Manuel Augusto - Secretário de Estado das Relações Exteriores (Foto: Alberto julião)
Manuel Augusto – Secretário de Estado das Relações Exteriores (Foto: Alberto julião)

O Secretário de Estado das Relações Exteriores, Manuel Augusto, considerou esta sexta-feira, em Luanda, como sendo imperioso reflectir sobre situação e trabalho da Organização das Nações Unidas (ONU), nomeadamente, o grau de materialização dos compromissos assumidos.

Manuel Augusto fez estas referências durante uma cerimónia para assinalar os 70 anos da organização, que se assinalam sábado, em representação do ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti.

De igual modo, disse que ela deve ser extensiva à sua função, capacidade para promover, manter a paz, segurança e estabilidade mundial, bem como assegurar uma resposta precisa, concreta, eficiente e em tempo útil aos desafios actuais e emergentes na sociedade internacional.

O responsável referiu que, à luz do que ocorre neste momento em várias partes do Mundo, afigura-se relevante lembrar que no preambulo da Carta da ONU, os fundadores afirmaram a sua determinação de salvar as futuras gerações do flagelo da guerra.

De igual modo, disse, comprometeram-se com a obrigação de evitar nas relações internacionais a ameaça ou uso da força contra a integridade territorial e a independência de qualquer Estado ou qualquer outra acção inconsistente com os princípios das Nações Unidas.

Na sua intervenção, reiterou a disponibilidade do país para trabalhar em estreita colaboração com as Nações Unidas e outros parceiros relevantes, no esforço para encontrar soluções pacificas para os conflitos que ameaçam a paz, estabilidade e retarda o desenvolvimento multidimensional das Nações.

Disse ainda que o país, na qualidade de membro da ONU tem reafirmado e concretizado o compromisso de reforçar a sua presença e participação activa nos trabalhos da ONU, com vista a contribuir para o alcance dos ideais e propósitos estabelecidos na Carta.

Fez ainda menção ao facto de o país ter desempenhado várias funções e conduziu diversas actividades nos órgãos do Sistema das Nações Unidas, com destaque para o mandato como membro não – permanente do seu Conselho de Segurança.

Estiveram presentes igualmente na cerimónia, o coordenador residente dos Sistema das Nações Unidas no país, Pier Paolo Balladelli, membros do Executivo angolano, representantes do corpo diplomático acreditado no país, de organizações internacionais, entre outros. (portalangop.co.ao)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA