Amangola condena acções subversivas de indivíduos que usam às Igrejas

Job Capapinha (Foto: Angop)
Job Capapinha (Foto: Angop)
Job Capapinha (Foto: Angop)

A União das Acções Locais de Angola (AMANGOLA) realça a necessidade de continuar a condenar todos actos subversivos de elementos, que usam a Igreja para tentar contra a dignidade humana, e que fomenta a desordem social e desenvolvem situações criminosas.

Ao intervir no primeiro Culto Ecuménico de Acção de Graças da União das Igrejas do Espírito Santo em Angola (UIESA), promovido em Luanda, o presidente da Amangola, Job Capapinha , sublinhou que a sua organização está convencida que as suas condenações não se aplicam aos que com honestidade desejam pregar e viver a mensagem de Deus.

Manifestou a disponibilidade da sua instituição ajudar as igrejas ou seitas a legalizarem a sua existência, a fim de prevenir o surgimento de “ intrusos “, referindo-se a “pessoas sem Deus “ que vivem em pecado e “ negam o nosso único Soberano e Senhor “.

Indicou que por solicitação das igrejas e suas associadas, a Amangola vai continuar a sensibilizar e ajudar aquelas congregações religiosas ou seitas de bem, a cumprirem com os preceitos da lei, relativos a prática religiosa em Angola.

Aproveitou a ocasião, para exortar as igrejas e associações cristãos existentes no país, a participarem do seu projecto sócio – educativo, denominado “ Cultos e Orações Pela Paz e Unidade Nacional “, que, na sua 1ª edição, até Dezembro próximo vai percorrer algumas localidades do território nacional, sob o lema “ Edifiquemos o país com á Cristo “.

A Amangola, Instituição de utilidade pública, criada a 06 de Julho de 2013, conta actualmente com delegações nas províncias de Luanda, Cabinda, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Bengo, Benguela, Huíla, Huambo, Malanje e Uíje.

A organização, de carácter privado, ganhou o estatuto de utilidade pública, numa deliberação do Conselho de Ministros, aprovada na sua Sessão de 25 de Março do ano corrente e orientada pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

A colectividade tem como objectivo participar no desenvolvimento das comunidades e na divulgação da constituição da república de Angola, dentro e fora do país. (portalangop.co.ao)

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