Acordos de promoção recíproca estabilizam confiança nas relações

Ângela Bragança dissertou sobre as vantagens comparativas na cooperação . (Foto: D.R.)
Ângela Bragança dissertou sobre as vantagens comparativas na cooperação . (Foto: D.R.)
Ângela Bragança dissertou sobre as vantagens comparativas na cooperação .
(Foto: D.R.)

Estruturas diplomáticas apoiam empresários na procura de melhores oportunidades de negócio mantendo o foco principal do programa do Executivo que busca o aumento da criação da riqueza.

A secretária de Estado da Cooperação, Ângela Bragança, anunciou que a nova fase de cooperação internacional entre Angola e outros países é marcada por acordos de promoção recíproca de investimentos, visando a criação de riqueza e facilitação de trocas comerciais. Ângela Bragança, que abordou o tema “cooperação internacional e parceiros estratégicos”, no fórum de negócios e oportunidade – “Invest Huíla 2015”, sublinhou que as parcerias estratégicas estabelecidas promovem o aumento da produção nacional, asseguram a confiança e a estabilidade dos investimentos.

“Angola celebrou até ao momento mais de 10 instrumentos jurídicos assentes em vantagens comparativas para todos com países como China, Brasil, Cuba, África do Sul, Itália , Alemanha , Reino Unido e Rússia”, disse. Segundo a governante, a assinatura de instrumentos jurídicos bilaterais ou multilaterais facilita o alcance dos objectivos traçados, sobretudo no domínio do comércio, do investimento e a transferência de tecnologia e de conhecimento.

Apoio aos empresários Ângela Bragança lembrou que o Ministério das Relações Exteriores e todas estruturas diplomatas e consulares apoiam os empresários e concentram a sua acção na procura de soluções e novas oportunidades, para estabelecimento de parcerias, que sejam mutuamente vantajosas.

Sobre o Plano Nacional do Desenvolvimento 2013-2017, fez questão de frisar que o mesmo define as linhas orientadoras para a inserção competitiva de Angola na economia global, através da diversificação da relação bilateral, adoptados como mecanismos de reforço dos acordos comerciais e da cooperação científica e técnica.

“Há concertação, entre a política económica e comercial implementada no país, pelas instituições competentes, nomeadamente os Ministérios da Economia, do Comércio, além de outros no quadro da política externa e da cooperação internacional, a cargo do departamento das Relações Exteriores”, disse. Ângela Bragança disse, igualmente, que o novo contexto económico internacional, aliado a real necessidade do maior envolvimento do seu pelouro exige uma diplomacia económica.

Disse ainda que a globalização e a interdependência entre os Estados catapultou a cooperação internacional para patamares de parceria para o desenvolvimento, que actua como um instrumento de realização de objectivos comuns, de modo sustentado e duradouro. “Essa é a realidade da cooperação internacional na etapa actual.

Uma cooperação voltada para o desenvolvimento, como ferramenta eficaz para captação do investimento privado e estrangeiro, e para a produção das investigações científicas”, referiu. De salientar que a cooperação internacional, desde a negociação até à sua conclusão, é regulada pela Lei 4/11, sobre os tratados internacionais. (jornaldeeconomia.ao)

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