Académico destaca Plano Nacional de Geologia

Orlando da Mata, reitor da universidade mandume ya ndemufaio (Foto: António Escrivão)
Orlando da Mata, reitor da universidade mandume ya ndemufaio (Foto: António Escrivão)
Orlando da Mata, reitor da universidade mandume ya ndemufaio (Foto: António Escrivão)

A implementação do Plano Nacional de Geologia (Planageo) contribuirá significativamente para alavancar a investigação científica regional e nacional na área das ciências da terra e afins destacou, sexta-feira, no Lubango, província da Huíla, o reitor da Universidade Mandume ya Ndemufayo (UMN), Orlando da Mata.

O académico fez esse pronunciamento quando dissertava no tema “Ensino superior e técnico profissional na província da Huíla”, no quadro do I Fórum de Negócios e Oportunidades de Investimentos, que encerra hoje, sábado.

Orlando da Mata disse que o plano vai contribuir também para a formação e capacitação de recursos humanos altamente especializados.

Acrescentou que o Planageo vai corresponder, de certa forma, as metas traçadas pelo Executivo angolano, no âmbito da estratégia e do Plano Nacional de Formação de Quadros, sendo que a UMN, através das suas dependências, tem estado a implementar cursos do género.

Anunciou que a Universidade Mandume Ya Ndemufayo está a estudar programas e projectos de investigação conjuntos, com outras instituições angolanas e estrangeiras, com vista a materialização do Planageo.

“É intenção da UMN formar quadros nas áreas académica e profissional capazes ajudarem o Executivo a diversificar a economia nacional e a promover o bem-estar da população”, realçou.

A UMN compreende a 6ª região académica e tem a sua sede na cidade de Lubango, abrangendo as províncias da Huíla e Namibe.

A universidade controla as faculdades de Direito, Economia e Medicina, bem como os institutos Superiores Politécnicos no Lubango e do Namibe, assim como a Escola Superior Pedagógica (Namibe).

Mais de sete mil estudantes frequentaram as aulas dos diferentes cursos ministrados na universidade, registando uma redução de mais de três mil em relação a 2014, devido a desagregação das províncias do Cunene e do Cuando Cubango que passaram para a 8ª região académica. (portalangop.co.ao)

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