Total E&P participa com 40% na produção global de petróleo no país

(Foto: D.R.)
(Foto: D.R.)
(Foto: D.R.)

O director Executivo da Câmara de Comércio Estados Unidos/Angola (USACC), Pedro Godinho, afirmou sexta-feira, em Luanda, que a Total E&P, é o maior produtor de petróleo em Angola, uma vez que a sua produção representa 40 por cento global.

O responsável da USACC que fez este pronunciamento por ocasião da 37ª edição do habitual “First Friday Club”, cujo tema foi “O baixo do preço do petróleo, oportunidades de negócio/estratégia e perspectivas futuras da Total para o mercado angolano”, ressaltou que a sua produção ao situar-se a volta de 1.8 milhões de barris de petróleo, são um interveniente que deve ser ouvido pelo Governo.

Salientou que se a situação mundial não melhorar em termos do custo de produção do petróleo, e associado a esse factor estiver o impacto fiscal sobre as actividades petrolíferas, muitas empresas terão que ponderar a retirada das actividades no país.

Precisou ser importante haver um dialogo constante entre o Governo e os intervenientes do sector, de modos a se prestar maior atenção as suas inquietações.

Referiu haver a necessidade de se fazer revisão na pauta fiscal, já que os termos se forem mais facilitados hão-de dar oportunidade a projectos considerados quase economicamente inviáveis e que poderão tornar-se viáveis.

Explicou que segundo referência dos seus membros, existem blocos acima de 2.8 milhões de barris que não são explorados devido ao peso e o fardo das obrigações fiscais e dos termos contratuais.

Realçou que para se manter os actuais níveis de produção, é necessário que novas descobertas ou mais campos sejam postos em produção, já que  a medida que o tempo passa os actuais campos em produção vão declinando a sua capacidade de produção.

Por sua vez, o administrador da Total E&P Angola, Jean Michel Lavergne, disse que vão continuar a dialogar com o Governo para procurar o ponto de equilíbrio entre os ganhos em termos de progressos de melhor ambiente, rendimento fiscal e do aumento dos custos que poderiam inviabilizar projectos de investimentos.

“Vamos investir onde haver mais atractividade de investimento, por haver nesse momento uma competição mundial, na qual Angola tem boa posição” – realçou. (portalangop.ao)

 

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA