Secretário de Estado reitera realização bienal de fóruns sobre cultura de paz

Manuel Augusto sercretário de Estado do Ministério das Relações Exteriores (Foto: Lino Guimaraes)
Manuel Augusto sercretário de Estado do Ministério das Relações Exteriores (Foto: Lino Guimaraes)
Manuel Augusto sercretário de Estado do Ministério das Relações Exteriores (Foto: Lino Guimaraes)

O secretário de Estado das Relações Exteriores, Manuel Augusto, reiterou sexta-feira, no município do Soyo, província do Zaire, a realização bienal, a partir de 2016, de fóruns sobre a cultura de paz por constituir um processo permanente e dinâmico.

Ao discursar na sessão de encerramento da Conferência Internacional sobre a Cultura de Paz, em representação do ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, o governante assegurou que a cultura da paz não é uma acção pontual mais sim um processo permanente e dinâmico que obriga o envolvimento de todos para a sua conservação.

Explicou que a disponibilidade de o país acolher o evento bienal foi aceite e endossada pelos chefes dos estados africanos na sua cimeira ordinária de Julho de 2014 para que Angola partilhasse com o resto do mundo a sua experiencia, com a finalidade de contribuir de forma concreta na divulgação, sensibilização e adopção da cultura da paz.

Para o secretário do estado, a participação de ilustres prelectores e especialistas provenientes de diversas partes do continente africano e de instituições internacionais contribuiu para o prestígio e visibilidade deste evento.

Para o governante, é neste contexto de pragmatismo e de consciência colectiva da indispensabilidade da cultura da paz que se enquadra os seis níveis de dimensões anunciadas pelo presidente da república e patrono da FESA, José Eduardo dos Santos, em 2013, durante a conferência sobre a cultura de paz.

“O chefe de estado angolano sustentou, na altura, que as dimensões políticas, económicas, sociais, militares e culturais eram indissociáveis para uma efectiva reconciliação nacional traduzida na participação, pacificação dos espíritos e perdão, assim como na reconstrução económica como vias para o desenvolvimento e melhoria das condições de vida das populações”, concluiu. (Angop)

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