Secretário de Estado da Saúde em Fórum Hospitalar em Moçambique

CARLOS MASSECA - SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE (Foto: Angop)

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Alberto Masseca, viajou hoje (segunda-feira), para Maputo, República de Moçambique, onde vai participar, de 23 a 24 de Setembro, no fórum continental africano sobre hospitais, que contará com a presença de representantes de entidades públicas e privadas.

CARLOS MASSECA - SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE (Foto: Angop)
CARLOS MASSECA – SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE (Foto: Angop)

Em declarações à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o secretário revelou que Angola foi convidada a participar numa mesa redonda sobre “as parcerias público-privadas e a obtenção de recursos financeiros e outros, para a gestão dos hospitais a nível do continente”.

Durante o debate, os participantes vão abordar temas como as fontes financeiras, gestão dos hospitais, parcerias público-privadas e aproveitamento dos recursos humanos.

Considerou que a nível do continente africano há um grande esforço para a utilização da capacidade hospitalar instalada, bem como de clínicas, por forma a permitir que África, enquanto destino turístico, facilite também o acesso às consultas.

“Acredito que na fase, do desenvolvimento turístico, em que nos encontramos, e tendo em conta o futuro do turismo, não devemos descorar a possibilidade de, também, o turismo de saúde ser parte do pacote que o país vai poder oferecer”, referiu.

A propósito, o secretário de Estado fez referência ao investimento que o governo angolano  tem efectuado no ramo, quer na formação de quadros, como no apetrechamento das unidades sanitárias e alargamento dos serviços nas municipalidades, entre outras medidas para melhor servir o cidadão.

Durante o fórum, Carlos Alberto Masseca vai partilhar a experiência de Angola, seus desejos e anseios, além de colher a experiência dos demais estados presentes.

“Os sistemas de Saúde, normalmente, trabalham com a escassez de recursos, quer em quadros de qualidade como de quantidade, por isso temos que ter inteligência suficiente para usar melhor os recursos que a sociedade põe a disposição do sector”, concluiu. (Angop)

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