Portas destaca novo hospital na Madeira como “a grande prioridade”

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O líder do CDS-PP e vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, disse hoje em São Vicente, no norte da Madeira, que a construção de um novo hospital na região autónoma é a grande prioridade para a próxima legislatura nacional.

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“Chegou o tempo do novo hospital”, afirmou Paulo Portas, sublinhando que “essa matéria está assumida no programa nacional da coligação” e que conta com o líder regional e cabeça de lista do partido pela Madeira, José Manuel Rodrigues, para “se bater por esse mesmo projeto e pela sua concretização o mais rapidamente que for possível.”

Numa visita relâmpago à região autónoma, no âmbito da pré-campanha eleitoral para as legislativas de 04 de outubro, Paulo Portas esteve menos de uma hora com os militantes do CDS-PP no Chão dos Louros, onde decorre a Festa do Romeiro.

Trata-se de uma antiga tradição madeirense, relacionada com o arraial e festa do Bom Jesus de Ponta Delgada, no norte da ilha. Quando regressavam ao sul, os romeiros paravam no Chão dos Louros, em plena floresta laurissilva, para retemperar forças.

O líder nacional do CDS-PP encontrou chuva, nevoeiro e pouca gente, mas defendeu com firmeza a posição do partido na Madeira, onde concorre separado do PSD.

“Creio que há 171 candidatos à Assembleia da República no círculo da Madeira. O único que já foi deputado, que sendo deputado trabalhou no duro, apresentou propostas, tem os contactos todos, sabe mexer-se pela Madeira no parlamento é o José Manuel Rodrigues”, disse Paulo Portas, salientando ser “o candidato com mais experiência”.

Por outro lado, lembrou que o dirigente regional esteve na origem da “luta para modificar o sistema de transportes aéreos para a Região Autónoma da Madeira”, que culminou na entrada em vigor a 01 de setembro do novo subsídio de mobilidade.

“Foram muitos anos a lutar até se conseguir um sistema que é melhor, apesar de haver uma controvérsia sobre matérias que o governo regional solicitou, mas que objetivamente é melhor”, vincou.

Paulo Portas destacou, ainda, o facto de o CDS-PP ser o principal partido da oposição na Madeira, uma região que, segundo disse, “teve uma vida muito difícil nos últimos anos”, por causa da “situação de bancarrota na República deixada pelos socialistas” e também por causa da sua própria dívida.

O presidente do CDS-PP insistiu que, por isso, é necessário que a Madeira tenha em Lisboa uma “voz muito forte”, considerando que essa só pode ser a de José Manuel Rodrigues.

“É, de longe, o candidato com mais experiência e aquele em que as pessoas mais podem confiar”, salientou.

O cabeça de lista CDS-PP/Madeira disse, por seu lado, que estabeleceu um compromisso com os madeirenses e não com os candidatos a primeiro-ministro, nem com governos ou coligações.

“Obviamente que acho que a coligação PSD/CDS a nível nacional fez um percurso nos últimos quatro anos difícil, de tirar o país das garras da ‘troika’, de recuperar economicamente o país, de pô-lo a crescer e a criar emprego. Mas o meu compromisso é com os madeirenses e porto-santenses”, afirmou. (noticiasaominuto.com)

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