Portas: “A facilidade com que António Costa cai na demagogia não deixa de surpreender!”

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Paulo Portas salientou os “ziguezagues” do secretário-geral do PS e as contradições do seu discurso.

António Costa, Grécia e a mobilização do eleitorado do PSD e CDS, foram os temas a dominar esta noite a intervenção do presidente do CDS. Sobre Costa, salientou que “a facilidade” com que o secretário-geral do PS “cai na demagogia” não deixa de o supreender”.

O primeiro-ministro, recorda, “foi recentemente à região centro dizer que governo faria, na próxima legislatura, uma discrimnaçao positiva nas regiões do interior às famílias e empresas. Agora o Dr. António Costa achou que tinha de dizer mais qualquer coisa e foi dizer que ia acabar com as portagens! Então não tinha dito antes que ia usar o dinheiro das portagens para financiar a segurança social? Tanta inconstância, ziguezagues, depois de Portugal ter passado pelo que passou, fazer discruso tao contraditórios, não é responsável”.

Portas fez ainda um apelo, que te sido, aliás, repetido também por Passos Coelho, que é a necessidade de “mobilizar” o eleitorado que deu 50% dos votos, ao PSD e ao CDS, quando concorreram separados. “São portugueses patriotas, que podem ter esta ou aquela medida, mas sei que esses eleitores não querem Portugal a 4 de outubro sem um Govero estável, nem ter governo PS a fazer acordos com o PCP e BE, porque isso faz mal à estabilidade, à confiança, ao investimento e à economia”.

Sobre a Grécia, garantiu que “fosse qual fosse resultado” o seu comentário seria sempre o mesmo. “Respeitamos os gregos mas o caminho de Portugal foi diferente e diferente será o futuro. Os próximos anos na Grécia não serão fáceis, os proximos anos em Portugual serão melhores. A troika está na Grécia, aqui não está. Eles arriscam uma recessao, nós não”.

Passos Coelho foi, desta vez, mais agressivo nas críticas às críticas da oposição, considerando mesmo ridículo”, dando-lhe até “vontade de rir” o “espantalho das privatizações da saúde e na educação”. Apresentou vários números que, no seu entender, mostram que a resposta pública nunca foi tão “reforçada” nessas áreas como com este Governo. (DN)

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