Palestina hasteou bandeira na sede da ONU em Nova Iorque

ONU aprova hastear da bandeira da Palestina na sede das Nações Unidas em Nova York. (REUTERS/Jorge Silva)
ONU aprova hastear da bandeira da Palestina na sede das Nações Unidas em Nova York. (REUTERS/Jorge Silva)
ONU aprova hastear da bandeira da Palestina na sede das Nações Unidas em Nova York.
(REUTERS/Jorge Silva)

A Palestina hasteou a sua bandeira na sede das  Nações Unidas, em Nova Iorque, após aprovação da resolução pela Assembleia-geral com 119 votos a favor, oito contra; entre os quais EUA e Israel, e 45 abstenções. O resultado é claro e, com larga maioria, assistiu-se a uma vitória diplomática pelo reconhecimento do Estado palestiniano.

O hastear da bandeira da Palestina representa um novo passo para o país permitindo ao seu líder, Mahmud Abbas, de intervir no final do mês na Assembleia-Geral da ONU, em Nova Iorque, com a sua bandeira no exterior do edifício. Um momento que era aguardado desde 29 de Novembro de 2012, quando o Estado palestiniano se tornou observador da instituição.

A ONU só possibilitava a membros de pleno direito a colocação das suas bandeiras. Nos próximos vinte dias, a Palestina e o Vaticano tornaram-se os primeiros Estados, com estatuto de observador não membro, a ver as respectivas bandeiras colocadas ao lado das que representam os 193 Estados-membros da organização.

O Estado da Palestina integra as agências da ONU, pertence ao Tribunal Penal Internacional de Haia e é, hoje, reconhecido por mais de 130 países.

Ontem, momentos antes do voto, Samantha Powers, a embaixadora dos Estados Unidos, um dos oito países que votou contra a resolução, mostrou não ser “um contributo” para as negociações de paz entre palestinianos e israelitas. Israel também já reagiu, o embaixador israelita Ron Prosor afirmou que “nenhum voto pode transformar um gesto simbólico vazio de sentido num Estado”. (rfi.fr)

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