Novos aviões da FANA reforçam segurança do espaço aéreo

General Francisco Lopes Afonso "Hanga" - Comandante da Força Aérea Nacional (ANGOP)
General Francisco Lopes Afonso "Hanga" - Comandante da Força Aérea Nacional (ANGOP)
General Francisco Lopes Afonso “Hanga” – Comandante da Força Aérea Nacional (ANGOP)

A Força Aérea Nacional (FANA) deverá adquirir, até ao primeiro trimestre de 2016, novos aviões militares para reforçar a segurança do espaço aéreo nacional disse, hoje, em Luanda, o seu comandante-geral, General Francisco Lopes Gonçalves Afonso, “Hanga”.

Ao tomar da palavra na cerimónia de assinatura do acordo de coordenação civil-militar dos Serviços de Trafego Aéreo entre a Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA) e a FANA, o general Francisco Afonso adiantou que, com a aquisição das novas aeronaves, que não especificou tipologias nem quantidades, a Força Aérea vai exercer melhor a sua actividade.

Esclareceu que, apesar de ser o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC), o órgão reitor da aviação civil em Angola, se acontecer algo ligado a segurança nacional, “cabe a Força Aérea intervir, enquanto Forças Armadas”.

Reconheceu que, diante da nova realidade, a Força Aérea vai vigiar mais o espaço aéreo nacional, vai realizar mais voos, a zona territorial marítima será mais sobrevoada e vigiada, entre outras missões a serem realizadas com os novos aparelhos.

O comandante fez ainda referência a cooperação existente com o INAVIC e com outras instituições que garantem a operacionalidade de voos no país, além de falar da necessidade de formação constante dos quadros, atendendo a evolução técnica e tecnológica do sector da aviação a nível mundial.

O documento hoje rubricado, no Terminal Aéreo Militar, estabelece as políticas para melhor controlo e gestão do espaço aéreo angolano e está em consonância com a Política Nacional da Aviação Civil, com os preceitos de defesa e segurança, bem como com as normas e procedimentos recomendados pela ICAO. (Angop)

1 COMENTÁRIO

  1. Camaradas do Ramo Aeronáutico, com este exercício de coragem, ANGOLA poderá dar passos mais notáveis no domínio do controlo do espaço aéreo nacional, e muito importante que se forme mais quadros e que se actualizem os que já existem, assim faremos crescer o nosso pais e garantimos a segurança NACIONAL, VIVA ANGOLA 40 ANOS DE INDEPENDENCIA

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