Moçambique: Presidente Nyusi inaugura maior viveiro de eucaliptos de África

PRESIDENTE DE MOÇAMBIQUE, FILIPE NYUSI (FOTO DE ARQUIVO). (Foto:Pedro Parente)

Maputo – O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, inaugurou terça-feira na província central da Zambézia, um viveiro de plantas de eucalipto para a produção de papel, considerado o maior destas plantas clonais em África.

PRESIDENTE DE MOÇAMBIQUE, FILIPE NYUSI (FOTO DE ARQUIVO). (Foto:Pedro Parente)
PRESIDENTE DE MOÇAMBIQUE, FILIPE NYUSI (FOTO DE ARQUIVO). (Foto:Pedro Parente)

Trata-se de um investimento da Portucel Moçambique, empresa portuguesa vocacionada ao fabrico e comercialização de papel, detida em 80 porcento pelo grupo Portucel Soporcel e em 20 porcento pela Corporação Financeira Internacional (IFC), do Banco Mundial.

O empreendimento, localizado no coração de Zambézia (Luá), emprega mais de 130 colaboradores moçambicanos especializados.

Este viveiro, o maior e mais moderno do grupo Portucel Soporcel, tem uma dimensão de 7,5 hectares e uma capacidade instalada anual de produção de mais de 12 milhões de plantas.

Todo o investimento do viveiro foi superior a 300 milhões de meticais, cerca de sete milhões de dólares norte-americanos (USD 1.00 equivale a Kz 125.00).

No entanto, o investimento global da Portucel Moçambique no país será superior a 96 biliões de meticais, mais de 2,237 biliões de dólares, e irá criar pelo menos sete mil postos de emprego nas províncias de Manica e Zambézia, ambas no centro, segundo informa um comunicado de imprensa da Portucel Moçambique, enviado à AIM.

A cerimónia de inauguração do viveiro, pelo estadista moçambicano, contou ainda com a presença do Governador da Zambézia, Abdul Razak, Ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, José Pacheco, e do Ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, acompanhados de vários administradores distritais e locais.

Em representação da Portucel Moçambique, estiveram Pedro Queiroz Pereira, Presidente do Conselho de Administração (PCA) do grupo Portucel Soporcel; Diogo da Silveira, director executivo (CEO) do grupo e Portucel Soporcel, entre outros membros da administração do grupo e da Portucel Moçambique, enquanto Sérgio Pimenta representou o IFC.

Nyusi recomendara a Portucel a prosseguir com as actividades inseridas no projecto para a implantação, em Moçambique, de uma fábrica de produção de pasta da celulose, um investimento orçado em 2,6 biliões de dólares.

A fábrica de celulose, matéria-prima usada na produção de papel, deverá ser concluída até finais de 2023.

Nyusi fez estas recomendações na visita que efectuou ao vasto complexo industrial da empresa, na cidade de Setúbal, em Portugal, em Julho deste ano, onde a entidade proprietária anunciara a inauguração para este mês do maior viveiro em África. (Angop)

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