MDM quer Diálogo entre Nyusi e Dhlakama

Líder do Movimento Democrático de Moçambicano, Daviz Simango, quer diálogo entre Nyusi e Dhlakama (RFI)
Líder do Movimento Democrático de Moçambicano, Daviz Simango, quer diálogo entre Nyusi e Dhlakama (RFI)
Líder do Movimento Democrático de Moçambicano, Daviz Simango, quer diálogo entre Nyusi e Dhlakama
(RFI)

O MDM, Movimento Democrático de Moçambique, terceira força política, no país, crítica a guerra de palavras entre o Presidente Filipe Nyusi e o líder da Renamo Dhlakama, e exige diálogo, às forças vivas da nação.

O terceiro partido político, mais importante, em Moçambique, MDM, exigiu, diálogo, entre o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, de forma a permitir que o país e o povo moçambicanos, vivam em paz, permitindo assim, um verdadeiro desenvolvimento económico moçambicano.

O MDM, Movimento Democrático de Moçambique, do líder Daviz Simango, considera, que Filipe Nyusi e Dhlakama, têm um discurso incoerente, dizendo que estão dispostos ao diálogo, mas depois, na prática, levam a cabo, uma guerra de palavras à distância, que está a prejudicar a paz e o sucesso do povo moçambicano.

Para Sande Carmona, Porta-voz, do MDM, “qualquer situação de diferença de pensamento, de diferença de maneira de estar, devia passar, necessariamente, para uma conversa, para um diálogo permanente e constante, envolvendo todas as forças vivas de Moçambique.”

“Para nós, Movimento Democrático de Moçambique, sublinha, ainda, Carmona Sande, “não há espaço em Moçambique, para as pessoas, virarem-se as costas, só porque há diferença de opinião, só porque, há diferença de entendimento, para qualquer circunstância.”

Em entrevista à RFI, o porta-voz do MDM, Sande Carmona, afirma, ainda, “que há muita falta de inteligência, por parte da liderança, quer da Renamo, assim como da própria Frelimo, ou do governo, porque, sempre fazem essas discussões à distância e muitas das vezes, há muita falta de coerência, naquilo que são as suas posições, para resolver, as possíveis diferenças, que eles podem ter.” (rfi.fr)

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