Mais de 700 igrejas ilegais aderem ao ICCA

Participantes à Conferência Nacional sobre Extinção de Seitas Religiosas em Angola (Foto: Angop)

Setecentos e 79 seitas, das mil e 200 ilegais , juntaram-se à Igreja de Coligação Cristã em Angola (ICCA) “A Nova Ordem Eclesiástica de Angola”para unificação, informou hoje, segunda-feira, em Luanda, o presidente da referida plataforma , Antunes Huambo.

Participantes à Conferência Nacional sobre Extinção de Seitas Religiosas em Angola (Foto: Angop)
Participantes à Conferência Nacional sobre Extinção de Seitas Religiosas em Angola (Foto: Angop)

Antunes Huambo  avançou a informação à imprensa durante a apresentação do relatório sobre as actividades realizadas em prol da unificação de seitas  ilegais no país, desde o parecer favorável dos Ministérios da Cultura e da Justiça no dia 3 de Junho a 30 de Agosto do ano em curso.

O responsável frisou que esse processo tem como objectivo unificar a nível nacional as seitas  cristãs não reconhecidas pelo Governo da República de Angola e torná-las uma única denominação, regida por um único estatuto, regulamento e um representante  legal para efeitos de legalização e controlo célere do Executivo angolano .

Referiu que tal processo  foi  efectuado a nível das 18 províncias do país e teve cinco fases com duração de 87 dias e vai culminar com a realização da 1ª Conferência Nacional sobre “A extinção de seitas ilegais em Angola”.

Sublinhou que durante os trabalhos de mobilização e constituição dos conselhos de concertação   Eclesiástica,  deparou-se com alguns constrangimentos que levou o afastamento de 68 pastores na província do Cuanza Sul, pela Delegação Provincial da Justiça e com o encerramento de todas  denominações que aderiram ao processo de unificação através da Igreja de Coligação Cristã de Angola (ICCA).

Antunes Huambo apontou alguns aspectos que contribuiram positivamente para o desempenho dos trabalhos como o apoio moral e institucional do Ministério da Administração do Território e dos diferentes  organismos do Executivo.

O responsável religioso apelou aos lideres das igrejas ainda ilegais e desmembradas  para a necessidades de se repensar a possibilidade da reconciliação e regresso à procedência na igreja mãe, em prol da unidade da grande família cristã e assim ,alguns pastores , concretizarem este feito que resultou numa grande satisfação. (Angop)

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