Livro dos 40 anos do CDS dá mais espaço aos críticos

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Três dos seis presidentes centristas romperam com o partido e outro é um dos mais críticos à atual direção de Paulo Portas.

Diogo Freitas do Amaral (1974-1982/1988-1991), Francisco Lucas Pires (1983-1985), Manuel Monteiro (1992-1997) e José Ribeiro e Castro (2005-2006) são os ex-presidentes do CDS-PP com os testemunhos mais mais longos no livro, editado pelo partido para assinalar o seu 40º aniversário.

Estes foram também, posteriormente, os líderes mais críticos à orientação do partido: Freitas do Amaral (29 páginas), Lucas Pires (24), representado por António Gomes de Pinho, e Manuel Monteiro (63 )abandonram o CDS em rutura; Ribeiro e Castro (85)é um crítico da direção de Paulo Portas e deixou o grupo parlamentar. Muito mais sintéticos foram o atual presidente e o histórico Adriano Moreira (1986-1988).

Paulo Portas, deixa neste livro comemorativo um texto de apenas 10 páginas, onde destaca o alinhamento do partido com o “arco europeísta” e a sua função como partido do “arco da governabilidade”.

Adriano Moreira escreveu 20, começando por citar o papa Francisco (“Esta EconomiaMata” e salientando que “retomar o credo de valores que a Democracia Cristã europeia culivou, é inadiável”. (dn.pt)

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