INE divulga impacto do Novo Banco no défice de 2014

mpacto do Novo Banco é considerado um "efeito extraordinário" nas contas públicas de 2014 (André Kosters/Agência Lusa)
mpacto do Novo Banco é considerado um "efeito extraordinário" nas contas públicas de 2014 (André Kosters/Agência Lusa)
mpacto do Novo Banco é considerado um “efeito extraordinário” nas contas públicas de 2014
(André Kosters/Agência Lusa)

O impacto da capitalização do Novo Banco nas contas de 2014 deverá ser divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), esperando o Governo que a totalidade dos 4.900 milhões de euros agrave o défice do ano passado.

A confirmar-se que a capitalização do Novo Banco afeta as contas de 2014 na totalidade, isso quer dizer que o défice do ano passado será de 12.616,9 milhões de euros, 4.900 milhões acima dos 7.716,9 milhões já reportados a Bruxelas ao abrigo do Procedimento dos Défices Excessivos (PDE).

Ou seja, caso a capitalização do Novo Banco, que ficou com os ativos considerados não tóxicos do Banco Espírito Santo (BES) após a resolução sobre esta instituição, entre nas contas de 2014, o défice orçamental do ano passado será de 7,3% do Produto Interno Bruto (PIB) e não os 4,5% anteriormente estimados.

A história do início do fim do Banco Espírito Santo (BES) começa a contar-se no dia 30 de julho de 2014, altura em que o banco anunciou prejuízos semestrais históricos, de 3,6 mil milhões de euros.

Quatro dias depois o Banco de Portugal, através de uma medida de resolução, tomou conta da instituição fundada pela família Espírito Santo e anunciou a sua separação, ficando os ativos e passivos de qualidade num ‘banco bom’, denominado Novo Banco, e os passivos e ativos tóxicos, no BES, o ‘banco mau’ (‘bad bank’), que ficou sem licença bancária. (Dinheiro Vivo)

 

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