Huíla: Trabalho do jurista só é completo com investigação e expansão dos serviços de justiça

ABRAÃO MULANGUI - DECANO DA FACULDADE DE DIREITO DA UMN (Foto: Morais Silva)

Lubango- O decano da Faculdade de Direito, Abraão Mulangue, considerou hoje, no Lubango, que o trabalho do jurista só estará completo, se estiver virado para investigação científica e para extensão dos seus serviços na comunidade.

ABRAÃO MULANGUI - DECANO DA FACULDADE DE DIREITO DA UMN (Foto: Morais Silva)
ABRAÃO MULANGUI – DECANO DA FACULDADE DE DIREITO DA UMN (Foto: Morais Silva)

O também jurista fez esta análise, durante o lançamento oficial das segundas jornadas científicas do estudante de direito da Universidade Mandume Ya Ndemufayo, tendo apontado a existência de um campo muito vasto no direito para realização do trabalho da investigação.

Destacou a facilidade de se  criar centros de pesquisa sem muitos recursos financeiros, porque não precisam  de laboratórios ou de outras técnicas para fazerem uma investigação de campo na vertente das ciências jurídicas, da mesma maneira que têm uma comunidade sedenta dos seus serviços para o trabalho de  extensão.

“A extensão não é mais se não, a nossa prestação de serviço na comunidade e nós ao prestarmos serviços a comunidade é porque os juristas sabem, não há nada que se faça no quotidiano que não esteja ligado ao direito, então ao fazermos esta extensão, não devemos esperar que seja a comunidade a solicitar, mas somos nós a oferecer”, disse.

Sublinhou que, os trabalhos podem ser feitos nas maternidades, pois quem enveredar pela advocacia há de ver que metade das mães não sabe quais são os seus direitos ou sabem mas mal, que as vezes reivindicam até aquilo de não têm direito e outras não sabem onde começa e termina seus.

As jornadas realizam-se nos dias 24 e 25 do mês em curso, com objectivo de estimular no seio dos estudantes a pesquisa e investigação científica jurídica, trazendo em debate assuntos que reclamam  análise e intervenção do direito.

As jornadas científicas deste ano serão divididas em três eixos, sendo o primeiro “A Problemática do Direito a Terra”, o segundo, “A responsabilidade civil e criminal” e a “Diversificação da Economia”. (portalangop.co.ao)

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