Governo de Baciro Djá proibido de entrar nos gabinetes

Baciro Djá, primeiro-ministro deposto em resultado da inconstitucionalidade da sua nomeação pelo chefe de Estado (AFP PHOTO / SIA KAMBOU)
Baciro Djá, primeiro-ministro deposto em resultado da inconstitucionalidade da sua nomeação pelo chefe de Estado (AFP PHOTO / SIA KAMBOU)
Baciro Djá, primeiro-ministro deposto em resultado da inconstitucionalidade da sua nomeação pelo chefe de Estado
(AFP PHOTO / SIA KAMBOU)

O Chefe de Estado, José Mário Vaz, recebeu esta tarde todos os partidos com assento parlamentar. À saída do encontro com o presidente,  Florentino Pereira, secretario geral do PRS, disse que José Mario Vaz iria convidar o PAIGC a indicar o nome do novo primeiro ministro. Entretanto a justiça guineense proibiu os membros do governo de Baciro Djá de entrar nos gabinetes.

Uma providência cautelar do Supremo Tribunal de Justiça proibiu hoje a entrada nos gabinetes aos membros do governo de Baciro Djá. Em comunicado enviado ao Supremo Tribunal de Justiça, o PAIGC entende que se o governo de Baciro Djá é considerado inconstitucional, o poder deve ser devolvido a Domingos Simões Pereira para a gestão dos assuntos correntes

Esta tarde o Presidente guineense recebeu todos os partidos com assento parlamentar. À do encontro com o presidente guineense, Florentino Pereira -secretario geral do PRS- disse que José Mário Vaz iria convidar o PAIGC a indicar o nome do novo primeiro-ministro.

O PAIGC está à espera do convite do chefe de Estado e caso venha acontecer, pondera a possibilidade de se reunir ainda hoje ao nível do bureau político do partido para escolher quem vai propor como primeiro-ministro.

Em reuniões continua também ex-presidente nigeriano e mandatário da CEDEAO. Obasanjo recebeu esta manhã a Comissão Permanente da Assembleia Nacional Popular e o plenário do Supremo Tribunal de Justiça e deve reunir-se esta tarde com o PRS. Ontem encontrou-se com José Mário Vaz e com os restantes partidos com assento parlamentar.

Olusegun Obasanjo está no país mandatado pelos chefes de estado da CEDEAO para mediar a crise política que se vive actualmente na Guiné-Bissau que está há um mês sem governo. (RFI)

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