Governador Alckmin inicia as obras da futura Estação Freguesia do Ó da Linha 6 –Laranja

Governo de São Paulo (SP.GOV.BR)
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Com investimento de R$ 9,6 bilhões, linha será totalmente subterrânea e deverá transportar 633 mil pessoas por dia entre a região noroeste e centro (Brasilândia – São Joaquim)

O governador Geraldo Alckmin inicia nesta terça-feira, 22, as obras da Estação Freguesia do Ó, que faz parte da Linha 6-Laranja de Metrô, que ligará a região noroeste da cidade ao centro (Brasilândia – São Joaquim). O valor do contrato para a construção da Linha 6-Laranja é de R$ 9,6 bilhões.

Os trabalhos, sob responsabilidade da Concessionária Move São Paulo, contemplam a escavação e contenção dos poços que seguem o cronograma previsto e deve levar 14 meses para serem concluídos. O próximo passo é a escavação do corpo da estação. Após a finalização da etapa de construção da estrutura, a estação Freguesia do Ó estará pronta para receber a passagem do shield. Finalizada essa fase, a escavação do túnel segue para as estações João Paulo I, Itaberaba, Vila Cardoso e Brasilândia.

Com área total construída de 11.560 m² e quatro andares subterrâneos, a Estação da Freguesia do Ó é a primeira da Linha 6-Laranja a ser construída e já gerou 200 novos postos de trabalho. No pico da obra, previsto para acontecer entre 2017 e 2018, serão nove mil novos postos de trabalho diretos.

O modelo de PPP (Parceria Público-Privada) é inovador e o investidor privado assume a responsabilidade de execução, operação e manutenção do serviço, sob fiscalização e acompanhamento do poder concedente que, dessa maneira, pode concentrar recursos em outras áreas também essenciais para a população. No caso da Linha 6-Laranja, a iniciativa privada atua desde o início da obra e é responsável pela construção, compra de equipamentos, operação, manutenção e a total integração dos processos.

A Linha 6-Laranja é um projeto de alta complexidade, que empregado o que há de mais moderno em mobilidade, tanto do ponto de vista de construção quanto de gestão e operação. É o sistema que se apresenta como a melhor alternativa para as necessidades de São Paulo em termos de mobilidade urbana.

São 15,3 quilômetros subterrâneos, com 15 estações localizadas em uma área urbana bastante populosa. Dois shields, conhecidos como “tatuzões”, partirão em direções distintas a partir do VSE Tietê. Um, vai escavar o túnel em direção a São Joaquim e o outro em direção a Brasilândia. As estações serão Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Sesc Pompéia, Perdizes, PUC-Cardoso de Almeida, Angélica/Pacaembu, Higienópolis/Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista, São Joaquim.

Quando entrar em operação, a Linha 6-Laranja oferecerá quatro pontos de conexão com a rede metroferroviária: Linha 7-Rubi (Água Branca); Linha 8-Diamante (Água Branca); Linha 4–Amarela (Higienópolis/Mackenzie) e Linha 1-Azul (São Joaquim), reforçando o conceito de rede integrada proposto pelo governo.

Serão 36 frentes de trabalho, divididas em 15 estações, 18 poços de ventilação e um pátio de trens e duas subestações que irão fornecer energia para a linha. A Linha 6-Laranja será totalmente subterrânea, deverá transportar 633 mil pessoas por dia. Além disso, o percurso, que hoje é feito em até 1 hora e meia, passará a ser feito em 23 minutos o que vai facilitar o acesso da população às diferentes oportunidades da cidade nas áreas de lazer, cultura e trabalho. (SP.GOV.BR)

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