Egipto mata 29 jihadistas em operação militar no Sinai

(AFP)
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O exército do Egipto anunciou nesta terça-feira o início na segunda-feira de uma operação militar no Sinai, reduto dos jihadista do Estado Islâmico (EI), que provocou as mortes de 29 “terroristas” e dois soldados.

O exército, alvo frequente de atentados nesta península desértica próxima da fronteira com Israel e a Faixa de Gaza, anuncia quase diariamente a morte ou detenção de jihadistas. Mas é impossível verificar os balanços com fontes independentes.

“Membros do exército e da polícia iniciaram durante a madrugada a operação militar ‘O Direito do Mártir’ para eliminar elementos terroristas em Rafah, Sheikh Zuweid e Al-Arish, ao norte do Sinai”, anunciou o exército em um comunicado.

Na operação, “29 infiéis morreram e seus veículos e material foram destruídos. Um oficial e um soldado morreram”, completa o comunicado.

Centenas de policiais e militares morreram, segundo o governo, em ataques no Egipto desde Julho de 2013.

Os grupos jihadistas – sobretudo o Ansar Beit al-Maqdess, que virou Província do Sinai depois de estabelecer um vínculo com o EI – reivindicaram os ataques, cometidos, segundo alegam, em represália à implacável repressão aos partidários de Mohamed Mursi, o presidente islamita destituído e detido em 3 de Julho de 2013. (swissinfo.ch)

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