Dilma Roussef condena bloqueio de emigrantes

Dilma Roussef (AP)
Dilma Roussef (AP)
Dilma Roussef (AP)

A Presidente do Brasil  Dilma Rousseff criticou nesta segunda-feira, 28,  o impedimento do livre trânsito de pessoas, em referência à crise de refugiados na Europa, ao abrir a Assembleia Geral das nações Unidas.

“Num mundo onde circula livremente mercadorias e informações, é um absurdo impedir o livre trânsito de pessoas”, defendeu Roussef, que voltou a afirmar que o Brasil é um país multiétnico está de braços abertos para os refugiados.

“Recebemos sírios, haitianos, homens e mulheres de todo o mundo”, acrescentou a Presidente brasileira que foi igualmente aplaudida quando voltou a defender um Estado palestino:

“Não se pode postergar a criação de Estado Palestino que conviva pacífica e harmonicamente com Israel”, disse Dilma Roussef.

Ontem, ao falar na Cimeira sobre o Desenvolvimento Sustentado, a Presidente brasileira  disse que a meta do Brasil para a redução da emissão de gases do efeito estufa é de 37% até 2025 e 43% até 2030.

Segundo Roussef, os objectivos serão alcançados com o desmatamento ilegal zero até 2030, reflorestamento ou restauração de 12 milhões de hectares,  recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas e com 5 milhões de hectares de integração lavoura-pecuária-floresta.

Na área de energia, o governo mantém o compromisso de ter 45% de fontes totalmente renováveis.

Dilma lembrou que no mundo a média de fontes renováveis é de 13% e na OCDE, que reúne os países mais desenvolvidos do mundo, a média é de 7%.

Ainda na área energética, a Presidente brasileira prometeu manter 66% de fonte hidreléctrica e 23% de renováveis como solar, eólica e biomassa. (voa.com)

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