Défice torna governação agora “mais desafiante”, admite PS

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Um eventual futuro governo do PS terá agora uma tarefa “mais desafiante” dada a “pesada herança” que conta receber por causa do disparo do défice provocado pela não venda do Novo Banco.

O facto foi assumido hoje ao final da manhã, em Águeda, pelo deputado Pedro Nuno Santos.

Numa primeira reação aos números do défice – 7,2 em 2014 e 4,7 no primeiro semestre deste ano -, o deputado socialista desafiou Passos Coelho “a deixar de se esconder” atrás do governador do Banco de Portugal, Carlos Costa.

Passos Coelho – disse – “é incapaz de assumir as suas responsabilidades” e a “responsabilidade por tudo o que aconteceu com o Novo Banco é mesmo” do primeiro-ministro em primeira linha e não do governador do Banco de Portugal.

Recordando que o défice de 2014 ficou assim em níveis muito próximos dos de 2011 (7,4%), e acrescentando que este ano para o défice ficar dentro das metas definidas (2,7) terá de ser de 1% nosegundo semestre, o deputado socialista – e recandidato ao cargo, sendo cabeça de lista em Aveiro – perguntou: “Mas afinal para que serviu a austeridade?” (dn.pt)

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