Comandante do Exército quer tropas em massa nas festividades do 11 de Novembro

1º Corpo do Exército (Foto: Angop)

Menongue – O comandante do Exército, general Lúcio do Amaral, defendeu nesta quinta-feira, na 50ª Brigada de Infantaria Motorizada, localizada no Soba Matias, município de Menongue, província do Cuando Cubango, uma participação activa dos efectivos nas jornadas comemorativas do 40 aniversário da Independência Nacional, a assinalar-se a 11 de Novembro.

1º Corpo do Exército  (Foto: Angop)
1º Corpo do Exército (Foto: Angop)

Ao dirigir-se aos oficiais superiores, subalternos, sargentos e praças, no âmbito da sua visita de constatação dos níveis de funcionamento e prontidão, considerou necessária esta participação activa das tropas confinadas naquela unidade militar, por ser uma data importante para o povo angolano.

“Vamos associar-nos a esta grande festa, mas não devemos baixar a guarda. Vamos manter-nos vigilantes, para que não sejamos surpreendidos. Temos de estar vigilantes e organizados para dar possibilidades à sociedade civil de festejar condignamente esta data”, sublinhou.

Destacou, por outro lado, a prontidão combativa das Forças Armadas Angolanas (FAA), confinadas naquela brigada, associada às palavras de ordem contidas na entrada daquela unidade, tendo defendido que os tropas devem estar preparados, desde o início até ao fim de cada dia, semana, mês e ano.

“Por isso, essa vossa atitude é louvável e deve ser seguida por muitos combatentes, militares, que fazem parte do Exército. Estão de parabéns e espero que essa coragem e determinação sejam passadas aos jovens soldados, que dentro em breve estarão na vossa unidade, para poderem mostrar as vossas experiências de bravos combatentes”, sublinhou.

Informou que no início do mês corrente teve início na divisão o segundo período de instrução, preparativo e combativo, no qual as aulas decorrem da melhor forma, dada a participação activa de todos os militares.

Neste sentido, incentivou os militares a continuarem a dedicar-se ao máximo, nas acções formativas, defendendo que o Exército só poderá continuar a fortificar-se quando os seus protagonistas estiverem organizados e dominarem convenientemente a técnica e o armamento posto à sua disposição. (Angop)

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