Centro Cultural Brasil – Angola regista debate sobre a cultura dos dois povos

PERMENOR DA SALA NO CAFÉ LITERÁRIO (Foto: Angop)

O Centro de Cultural Brasil -Angola promoveu hoje ( sexta-feira ), em Luanda, uma actividade denominada “Café literário”, cujo o objectivo foi a troca de informação e experiência cultural entre os artistas dos dois países, onde o estilo musical brasileiro ?choro? e o semba foram o destaque no debate.

PERMENOR DA SALA NO CAFÉ LITERÁRIO (Foto: Angop)
PERMENOR DA SALA NO CAFÉ LITERÁRIO (Foto: Angop)

Em declarações à Angop, a directora do Centro de Cultural Brasil-Angola, Tessa Pisconti, referiu que o café literário é uma continuação do projecto iniciado em 2007 e que, em cada edição, convida-se artistas dos dois países para falarem da leitura e da música.

“ Nesta edição, aproveitamos alguns artistas brasileiros que vieram na inauguração do novo centro“, disse a responsável.

O Café literário desta edição teve como tema “ Son e letra Daqui para Lá “.

Falando do estilo brasileiro choro, Tessa Pisconti disse ser um género de música popular e instrumental brasileira que surgiu no Estado do Rio de Janeiro em meados do século XIX.

A directora ressaltou que o choro pode ser considerado como a primeira música urbana tipicamente brasileira que, ao longo dos anos, se transformou em um dos géneros mais prestigiados da música popular nacional.

Já o artista angolano Dionísio Rocha fez saber que o semba é um dos estilos musicais mais popular em Angola, que significa umbigada na língua kimbundu.

Dionísio Rocha explicou que o semba, do ponto de vista da dança, é caracterizada por movimentos que implicam o encontro do corpo do homem com o da mulher, sendo que o cavalheiro segura a senhora pela cintura e puxa-a para si, provocando um choque entre os dois. (Angop)

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