Candidato à presidência da Fifa, Zico propõe uso da tecnologia no futebol

A eleição para a escolha do novo presidente da entidade está marcada para 26 de fevereiro de 2016 (Foto: Divulgação)
A eleição para a escolha do novo presidente da entidade está marcada para 26 de fevereiro de 2016 (Foto: Divulgação)
A eleição para a escolha do novo presidente da entidade está marcada para 26 de fevereiro de 2016 (Foto: Divulgação)

Pré-candidato à presidência da Fifa, o ex-jogador Zico disse ser a favor do uso da tecnologia no futebol para ajudar os árbitros em campo.

Zico divulgou no site oficial da sua candidatura à presidência da Fifa “dez fundamentos” para mudanças na entidade, que passa por um momento difícil depois do escândalo de corrupção que culminou até mesmo na saída de Joseph Blatter.

No item oito dos fundamentos, Zico fala em “modificação do processo de revisão das regras do jogo e ampliação das discussões relativas ao uso de tecnologia para auxílio à arbitragem”.

Além disso, o ex-atleta quer também que jogadores e técnicos possam votar na eleição da Fifa.

“Democratização das futuras eleições à Presidência da FIFA ampliando o direito a voto para grupos de interesse fundamentais para o desenvolvimento do futebol mundial, como jogadores, ex-jogadores, técnicos, preparadores físicos, médicos, imprensa, clubes, árbitros e até mesmo torcedores”, escreveu.

A eleição para a escolha do novo presidente da entidade está marcada para 26 de fevereiro de 2016.

O prazo para registro de candidaturas é 26 de outubro. O sul-coreano Chung Mong Joon e o francês Michel Platini também são pré-candidatos.

Veja os 10 fundamentos de Zico para mudanças no futebol:

1 – Adoção do binômio: Democracia e Transparência como pilares para todas as atividades desenvolvidas pela FIFA;

2 – Revisão das regras de governança corporativa da FIFA e criação de um padrão FIFA de governança a ser adotado por todas as federações nacionais de futebol;

3 – Democratização das futuras eleições à Presidência da FIFA ampliando o direito a voto para grupos de interesse fundamentais para o desenvolvimento do futebol mundial, como jogadores, ex-jogadores, técnicos, preparadores físicos, médicos, imprensa, clubes, árbitros e até mesmo torcedores;

4 – Revisão do processo de formação e composição do Comitê Executivo da FIFA dando mais transparência aos critérios de escolha dos membros;

5 – Adoção de um sistema de transparência total na alocação dos recursos financeiros da FIFA, retornando um percentual maior das receitas da entidade para o desenvolvimento do futebol no mundo;

6 – Aumento do volume de recursos financeiros destinados ao desenvolvimento de modalidades menos favorecidas pela mídia: Futebol Feminino, Futsal, Beach Soccer e Competições de Base;

7 – Revisão dos critérios de eligibilidade, aprovação e prestação de contas para projetos sociais de desenvolvimento do futebol apresentados pelas federações nacionais de futebol e financiados pelos recursos da FIFA;

8 – Modificação do processo de revisão das regras do jogo e ampliação das discussões relativas ao uso de tecnologia para auxílio à arbitragem;

9 – Maior democratização do acesso do fã ao futebol no mundo a partir da criação de uma plataforma digital para transmissão de partidas de futebol que não tenham espaço ou mercado para transmissão nos veículos tradicionais de mídia;

10 – Maior aproximação da FIFA ao seu “cliente final”, através da criação de programas que legitimem a participação dos torcedores de futebol no desenvolvimento do futebol pelo mundo. (diariodolitoral.com)

por Folhapress

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