Câmara de Lisboa desconhece ainda quantos refugiados vai acolher

(D.R)
(D.R)
(D.R)

Fernando Medina defendeu que Portugal tem a obrigação de “contribuir para salvar a vida de centenas de milhares de seres humanos”.

O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, disse esta quarta-feira desconhecer ainda o número de refugiados que serão acolhidos na capital, ação para a qual a autarquia vai criar um fundo de dois milhões de euros.

“A Câmara participará do esforço que várias instituições da cidade estão dispostas a fazer e é em conjunto que encontraremos a resposta para o número [de refugiados a acolher] que vier a ser necessário para Portugal honrar a sua tradição humanista”, disse Medina aos jornalistas, à margem do lançamento da primeira pedra das obras de requalificação da piscina do Campo Grande.

Na ocasião, Fernando Medina defendeu que Portugal tem a obrigação de “contribuir para salvar a vida de centenas de milhares de seres humanos que, neste momento, fogem e procuram a Europa como porto seguro para as suas vidas”.

O trabalho de acolhimento dos refugiados será feito em articulação com instituições como a Santa Casa da Misericórdia, o Conselho Português para os Refugiados e a Cruz Vermelha.

O fundo que a Câmara de Lisboa vai criar, no valor de dois milhões de euros, terá como finalidade “dar resposta a necessidades básicas como o acolhimento temporário, alimentação, cuidados de saúde e educação”, indicou o autarca.

No final de julho, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou que Portugal deverá acolher mais de 1.400 refugiados concentrados na Grécia e no sul de Itália. (dn.pt)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA